CIE discute estratégias institucionais frente à pandemia em sétima reunião
No dia 24 de abril, o Comitê Institucional de Emergência do IFFar (CIE) realizou a sétima reunião. Entre as pautas, estavam os relatos de cada município referente à situação da pandemia, a apresentação dos resultados de pesquisas realizadas com servidores e a discussão de estratégias para a divulgação das ações institucionais.

Os representantes das unidades relataram os dados da pandemia em cada município, apontando os casos coletados, suspeitos, descartados e confirmados.
Os representantes da CIS e da CPPD apresentaram dados relativos às pesquisas realizadas com os servidores sobre as condições de realização de atividades remotas.
Alice Ribeiro, representante da CIS, apresentou resultados da pesquisa realizada junto aos servidores técnico-administrativos. Dentre as sugestões, foram elencadas: realização de reuniões quinzenais com as chefias; realização de cursos EAD como aperfeiçoamento; contato com as chefias para organização das rotinas das atividades.
Andriéli Bandeira, representante da CPPD, apresentou dados relativos à pesquisa junto aos docentes. Como potencialidades apresentadas na pesquisa, constaram a atualização e novos aprendizados de ferramentas para utilizar nas aulas remotas, bem como momentos de capacitação e aproximação com os alunos.
Os médicos da instituição também fizeram um relato quanto aos alunos que necessitam de medicação continuada, analisando a possibilidade do uso da telemedicina para estudantes que já tenham acompanhamento com os médicos da instituição e que não tenham acesso a outros médicos para renovação de receita. As informações serão veiculadas junto às Coordenações de Assistência Estudantis (CAE) das unidades.
Também foram discutidas estratégias de divulgação das ações realizadas na instituição para o enfrentamento da pandemia do novo Coronavírus. Foi proposta a articulação entre os profissionais de comunicação de todas as unidades para fortalecer a visibilidade das ações nos canais institucionais e nos meios de comunicação.
Encaminhamentos
Os dados da pesquisa realizada juntos aos servidores serão encaminhados ao Gabinete da Reitora para que possa ser produzida uma orientação institucional baseada nos relatos e sugestões apresentados.
Uma consulta ao Comitê de Saúde Mental e Qualidade de Vida será feita para verificar em quais níveis os servidores estão procurando o serviço de atendimento psicológico a distância ofertado pela instituição.
Um Memorando Circular será encaminhado pelo Gabinete da Reitora às unidades para que possam orientar os estudantes que tenham necessidade de acompanhamento médico para renovação de receitas, baseado no parecer dos médicos da instituição.
Uma reunião com os profissionais de comunicação será agendada para alinhar a dinâmica do trabalho a fim de divulgar junto aos meios de comunicação as ações realizadas pelo IFFar no enfrentamento da pandemia.
As reuniões semanais do CIE são transmitidas pela internet e podem ser assistidas posteriormente na página do Youtube da WebTV do IFFar. A 7ª reunião está disponível neste link.
Secom
Heranças Educativas do Analfabetismo de Mulheres
A professora do IFFar – Campus Santo Augusto, Dra. Marileia Gollo de Moraes, que lançaria no dia 23 de março o seu livro “Heranças educativas do analfabetismo de mulheres”, teve que cancelar o evento em virtude da suspensão das atividades presenciais do IFFar por causa da pandemia de Covid 19. O livro é fruto da tese de doutorado da professora, defendida em maio de 2018 pelo pelo Doutorado em Educação da UNIJUI, sob orientação da professora Dra. Maria Simone Vione Schwengber.
Devido a impossibilidade do lançamento presencial, a obra foi lançada diretamente no site da editora Appris (https://www.editoraappris.com.br/produto/3669-heranas-educativas-do-analfabetismo-de-mulheres) onde está disponível desde o início do mês para aquisição.

A obra tematiza uma questão pouco lembrada ou não atrelada quando se trata do analfabetismo. Os estudos sobre o analfabetismo abordam-no como uma questão do sujeito que possui essa condição, como uma aquisição sua, mas não tratam da transmissão ou das implicações intergeracionais, do antes e do depois do vivido pelo analfabeto que possui significado importante que precisa ser compreendido no todo da história das pessoas, dos grupos, das famílias, das comunidades.
Marileia explica que o livro traz uma investigação do analfabetismo como herança familiar, social, econômica, política e cultural problematizando as constatações recorrentes de que os índices de analfabetismo retratam a dívida educacional brasileira pela desigualdade no acesso à escolarização pelas diferentes gerações e estratos de renda, utilizando termos que remetem a necessidade de “tratamento”, “reparos”, “cura” ou “erradicação". “Se há o desejo de um movimento de transição e de novas configurações dessa herança educativa, há de se produzir novos discursos”, destaca Marileia.
Para a autora o livro coloca em evidência outras dimensões da “dívida educacional”, além do recorte de geração e classe social: tempo histórico, gênero e cor/etnia. “Analisa como as mulheres, pouco ou não escolarizadas, que se declaram analfabetas, se inscrevem e inscrevem suas heranças no contexto da sociedade grafocêntrica. Compreende o que se aproxima e o que se distancia na trajetória de vida dessas mulheres em relação à educação de suas filhas. Discute as heranças do analfabetismo de mulheres e a reconfiguração dessas heranças pelas suas filhas. As filhas herdeiras responderam de formas diversas ao movimento empreendido pelas mães na inscrição de suas heranças educativas. Movimento esse de “dar às filhas a escolarização que não tiveram” e por outro lado, a delegação das heranças educativas “a gente cria, e pensa agora é contigo”. Porém, há elementos que identificam e posicionam as filhas que são: o “não mais” analfabetas e o “ainda não” plenamente escolarizadas pautando o quanto as heranças educativas do analfabetismo, ainda, afrontam diversas gerações familiares das classes populares”, explica Marileia.
IFFar – Campus Santo Augusto é parceiro na realização Senid online
De 22 a 24 de abril foi realizado o VI Senid - Seminário Nacional de Inclusão Digital, pela primeira vez totalmente online em virtude da pandemia de Covid 19, contando com mais de 5 mil participantes. O Senid é organizado pela Universidade de Passo Fundo – UPF, com o apoio de outras instituições de ensino, dentre elas o IFFar, através do Campus Santo Augusto.
O Eixo de Informação e Comunicação do IFFar – Campus Santo Augusto, formado pelo curso técnico em Informática integrado ao ensino médio; Licenciatura em Computação e a Especialização em Informática aplicada na Educação, tem uma relação estreita com o Senid, desde as primeiras edições, devido as permanentes relações entre educação, computação e tecnologias digitais discutidas no evento.
Um dos eventos paralelos ocorridos no IV SENID foi o II Encontro das Licenciaturas em Computação, realizado no dia 23. O primeiro ocorreu em 2013 e, depois disso, o grupo se integrou aos outros eventos paralelos. Como os Cursos de Licenciatura em Computação tem demandado encontros para estudos e discussões, se resolveu retomar o encontro.
Uma atividade que foi lançada no evento como desafio aos pesquisadores em Educação e Computação foi o convite para escrever artigos de pesquisas, relatos reflexivos para a Revista Contexto e Educação. Mais informações no site da revista: https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/announcement/view/16
Pela manhã ocorreu a mesa Redonda: “Desafios e potencialidades da Formação de professores de Computação para a Educação Básica”, composta pelos professores: Dr. Adão Caron Cambraia (IFFar); Dr. Christian Backmann (IFFar); Dr. Sidinei Renato da Silveira (UFSM); Msc. Wilk de Oliveira (USP). De tarde ocorreu a palestra do professor Dr. André Souza Lemos (IFTM). Após a palestra do Dr. André, as professoras Dr. Lilian Teixeira e Dr. Marcia Cruz proferiram a palestra “Identidade do professor de Computação na contemporaneidade”.
Durante o evento estudantes e professores do IFFar - Campus Santo Augusto apresentaram trabalhos: O aluno da Licenciatura em Computação Rafael Ramos apresentou o trabalho, “Constituição do professor de computação: experiências com computação desplugada no PROEJA”; a professora Andressa Falcade apresentou o trabalho realizado com a aluna, Andrieli Tubiana e com o professor Adão Cambraia, “Ensino da computação em uma escola pública do RS: dos documentos à ação”; O estudante Uianes Biondo apresentou o trabalho, “Desenvolvimento de conversor de linguagem visual para linguagem algorítmica: proposta de construção de uma ferramenta para o ensino de algoritmos em um curso técnico em informática”.
Também foram lançados no evento os seguintes livros, organizados por professores do IFFar: Formação Docente: recriação da prática curricular no Ensino Superior - Adão Caron Cambraia e Lenir Basso Zanon (https://www.editoraappris.com.br/produto/2913-formao-docente-recriao-da-prtica-curricular-no-ensino-superior ; Comunidade Aprendente na Formação de Professores - Adão Caron Cambraia, Cátia Keske e Sandra Nonenmacher (https://www.editoracrv.com.br/produtos/detalhes/34285-comunidade-aprendente-na-formacao-de-professores-brcolecao-formacao-professores-e-tecnologias-brvolume-1
https://www.iffarroupilha.edu.br/component/k2/itemlist/user/593-ascom-santo-augusto?start=2950#sigProId6cdb8e1939
Universidades e Institutos Federais gaúchos publicam nota sobre enfrentamento da Covid-19
As universidades públicas e os Institutos Federais do Rio Grande do Sul, incluindo o IF Farroupilha, publicaram uma nota sobre o papel destas instituições no enfrentamento da Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus. Leia o texto na íntegra.
De acordo com a nota, as universidades e os Institutos Federais gaúchos contribuem “de forma intensiva” para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença causada pelo novo Coronavírus provoca uma crise mundial de consequências catastróficas.
A nota cita a realização de pesquisas, a produção e distribuição de materiais de proteção e de alimentos e a promoção de atividades culturais, entre outras, como ações desenvolvidas pelas instituições.
Além do IFFar, assinam a nota os Institutos Federais do Rio Grande do Sul (IFRS) e o Sul-Rio-Grandense (IFSul), a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) e as Universidades Federais do Rio Grande (FURG), de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), de Santa Maria (UFSM), de Pelotas (UFPel), do Pampa (Unipampa) e do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Confira o texto na íntegra:
Nota das universidades públicas e institutos federais gaúchos à sociedade sobre o enfrentamento da COVID-19
Estamos vivendo uma emergência de saúde pública, sem precedentes em nossa história, decorrente do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Trata-se de uma crise de proporções catastróficas, segundo a Organização Mundial de Saúde.
As universidades e institutos federais gaúchos estão contribuindo de forma intensiva para o enfrentamento dessa pandemia. Uma grande parte de nossas comunidades está envolvida diretamente, tanto na assistência em saúde nos locais de prática, como em ações essenciais de pesquisa, produção de testes e equipamentos, além de ações educativas para toda a sociedade. Neste momento, direcionamos nossos recursos, como insumos, EPIs e equipamentos, disponibilizamos espaço físico e pessoal, e colaboramos com os governos federal, estadual e municipais, através do conhecimento acumulado pelos nossos pesquisadores e da atuação dedicada de toda a nossa comunidade.
Há vários anos temos apontado a necessidade de investimento em Educação e Ciência como forma de tornar o País forte na produção de tecnologia e referência mundial em inovação, possibilitando o enfrentamento de grandes problemas nacionais. O grupo das universidades e institutos federais gaúchos vêm, também, enfatizando a importância de nossas instituições para o fortalecimento do poder local (desenvolvimento do estado e dos municípios), incluindo o sistema de saúde. Os hospitais universitários e de ensino são fundamentais para a assistência à saúde de nossa população, assim como a nossa presença em diversos outros pontos da rede do Sistema Único de Saúde.
Apesar de todas as dificuldades que temos enfrentado, com corte de verbas e desvalorização de nossas instituições, continuamos lutando bravamente pelo cumprimento de nossa missão institucional. Em situações como as que agora enfrentamos, é ainda mais importante a colaboração, o que já faz parte do nosso DNA como rede de universidades e IFs, tanto no ensino, como na pesquisa, na extensão e principalmente na inovação. Temos o dever de apontar para o papel fundamental das evidências científicas na condução de nossas práticas, sobretudo em tempos de crise.
Dessa forma, pesquisadores das universidades e institutos federais e autoridades nas mais diversas áreas compuseram, um comitê científico consultivo para o enfrentamento da pandemia relacionada à COVID-19, o qual vem contribuindo, de forma substancial, para a análise dessas evidências. O engajamento da comunidade científica é intenso, com o estudo das características do vírus, permitindo o desenvolvimento de vacinas e protocolos de tratamento eficazes, ensaios rápidos e sensíveis para diagnóstico do vírus, assim como soluções para a sociedade como um todo, envolvendo diversas áreas de pesquisa.
As medidas de distanciamento físico adotadas têm sido efetivas para conter o avanço descontrolado da pandemia e prevenir o colapso do sistema de saúde. Um dos principais problemas para o estabelecimento de medidas adequadas de controle é a falta de dados robustos, e nisso nossas instituições vêm trabalhando intensamente, para subsidiar os gestores com dados e modelos confiáveis.
Assim, acreditamos que é importante insistir nas medidas de distanciamento e na Educação da população em relação às medidas de higiene e prevenção. Nos países que conseguiram obter melhor controle da pandemia, foi fundamental a participação da população. Isso demonstra a importância da educação pública de qualidade e acessível a todos para o desenvolvimento do país.
As universidades e institutos federais gaúchos permanecem atentos à sua responsabilidade com a saúde da população, recomendando que todas as medidas apontadas pela Organização Mundial de Saúde sejam adotadas com seriedade. As medidas de distanciamento físico, neste momento, são essenciais para que possamos, no futuro, retornar com segurança às atividades presenciais. Quando for planejado o retorno gradativo, as universidades e institutos federais deverão ser os últimos a retomar as aulas e eventos, porque estes representam aglomerações que podem trazer riscos de recrudescimento da COVID-19, e também porque, neste momento, todas as nossas atenções estão voltadas ao enfrentamento da pandemia e não podemos interromper essas ações enquanto elas forem necessárias para a nossa sociedade.
Seguem ações que estão sendo desenvolvidas pelas Universidades e Institutos Federais gaúchos no enfrentamento à Pandemia - COVID-19:
- Assistência em saúde, através dos hospitais universitários, de ensino e outros serviços de saúde, com presença de docentes, discentes e técnicos;
- Mobilização intensa para elaboração de projetos de pesquisa que avaliem a prevalência do SARS-CoV-2, suas características, formas de tratamento e prevenção, vacinas e outras investigações;
- Produção de álcool em gel ou glicerinado, para distribuição à Secretaria de Saúde do Estado e dos municípios;
- Produção de máscaras face shield, respiradores e outros materiais para auxiliar na demanda de equipamentos de proteção individual aos profissionais da saúde;
- Doação de insumos e equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras e luvas aos sistemas de saúde dos municípios;
- Apoio operacional e logístico às ações das prefeituras, com divulgação de campanhas e disponibilização de materiais;
- Realização de campanhas para arrecadação de recursos e apoio a comunidades vulneráveis;
- Disponibilização de laboratórios e pessoal técnico para auxiliar na realização dos testes de diagnóstico para detecção da COVID-19;
- Produção de material informativo através de textos, cards e vídeos para redes sociais com informações para a prevenção do contágio pela COVID-19;
- Cadastramento de voluntários para o desenvolvimento de ações coordenadas junto às secretarias municipais e Estadual de Saúde e Ministério da Saúde;
- Desenvolvimento de um mapeamento regional de zonas críticas e uso de ciência de dados para fornecer indicadores importantes, possibilitando predições, como número de infectados e disponibilidade do sistema de saúde dos municípios;
- Parceria com startups, secretarias de saúde e hospitais para desenvolver um sistema de teletriagem, evitando o deslocamento de pacientes com suspeitas às unidades de saúde;
- Promoção de atividades culturais;
- Participação no Comitê Científico de enfrentamento à pandemia da COVID-19, formado por pesquisadores das universidades e institutos federais do RS e autoridades científicas, por solicitação do Governo do Estado;
- Ações de pesquisa e extensão que objetivam garantir as atividades econômicas durante a crise provocada pela pandemia.
Carla Comerlato Jardim - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - IFFAR
Cleuza Maria Sobral Dias - Universidade Federal do Rio Grande – FURG
Flávio Luis Barbosa Nunes - Instituto Federal Sul-rio-grandense – IFSul
Julio Xandro Heck - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - IFRS
Leonardo Beroldt – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul- UERGS
Lucia Campos Pellanda - Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre – UFCSPA
Paulo Afonso Burmann - Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
Pedro Rodrigues Curi Hallal - Universidade Federal de Pelotas - UFPel
Roberlaine Ribeiro Jorge - Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA
Rui Vicente Oppermann - Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
Cuide-se em Casa: como a alimentação pode ser uma aliada no combate à ansiedade
Nesse período de isolamento social, marcado por mudanças e adaptações nas tarefas do dia a dia, a ansiedade pode se manifestar e influenciar negativamente os hábitos alimentares. A nutricionista do Campus São Vicente do Sul, Carlise Prevedello, traz dicas para manter uma rotina de alimentação saudável, destacando os alimentos que funcionam como aliados no combate à ansiedade.
1) Há alguma relação entre a forma como nos alimentamos e o modo como nos sentimos nesse período? Existem alimentos que podem tornar esse período ainda mais difícil, aumentando ansiedade, estresse e desânimo, por exemplo?
Nossa alimentação é intimamente relacionada com o nosso bem-estar emocional e pode influenciar de maneira positiva ou negativa em nossa saúde. Todos conhecem a célebre frase, que inclusive já foi título de reality show: “Você é o que você come!” Sem levar a frase ao pé da letra, a forma como nos alimentamos influencia diretamente no nosso bem-estar. Existem alimentos que estimulam a produção de cortisol, hormônio liberado em resposta ao estresse e à ansiedade, como é o caso dos alimentos com alto índice glicêmico. Esses alimentos incluem produtos ricos em açúcar e amidos refinados (doces de maneira geral e alimentos produzidos com farinhas brancas). Alimentos ricos em cafeína e bebidas energéticas, além do hábito de pular refeições, também podem aumentar os níveis de cortisol. Assim, devemos preferir alimentos integrais e evitar doces (principalmente próximo ao horário de dormir), o excesso de cafeína (mais que 90ml/dia) e bebidas estimulantes. A organização de nossas refeições em horários regulares também auxilia nesse processo.
2) Em tempos de isolamento social, a ansiedade pode interferir negativamente na manutenção de hábitos saudáveis de alimentação? De que forma?
Com certeza, a ansiedade nos leva a um misto de sentimentos, incluindo sentimentos de vazio e impotência, o que, para muitas pessoas, pode ser preenchido momentaneamente através da comida, geralmente na forma de alimentos açucarados e gordurosos. Nos casos mais graves, após a experiência de preenchimento deste vazio, desenvolve-se a culpa pela ingestão de alimentos inadequados, agravando a ansiedade. A solução passa a ser novamente o preenchimento através da comida, tornando-se um círculo vicioso.
3) Por que buscamos, muitas vezes, aliviar a ansiedade com a comida? Como devemos agir nesses momentos?
Este fato é bastante comum, porém varia de pessoa para pessoa. Geralmente, na correria do dia a dia, o momento da refeição é também o momento de descanso, de prazer, talvez o único momento de prazer daquela pessoa na rotina diária. Então, as pessoas acabam se deixando levar pelo momento e ingerindo alimentos inadequados e porções maiores do que necessitam. Neste período de isolamento social, o ideal seria planejarmos nossa rotina de alimentação, iniciando pela ida ao mercado. Comprar principalmente alimentos saudáveis (frutas de maneira geral, vegetais, alimentos integrais, carnes magras, ovos) que vão contribuir para nossa saúde e deixar para comprar os petiscos e doces em porções menores, para momentos específicos, evitando que os alimentos com excesso de calorias, calorias “vazias” ou sem nutrientes sejam rotina na nossa alimentação. Neste momento, temos uma oportunidade única para nos dedicarmos a nossa alimentação e cuidarmos da nossa saúde. Também é uma ótima oportunidade para mantermos ou iniciarmos uma atividade física, mesmo em casa.
4) A comida realmente causa uma sensação de alívio para a ansiedade ou ela apenas agrava nossa sensação de mal-estar?
Isso depende muito da pessoa e de como ela desenvolve a relação com a alimentação. Porém, geralmente, as pessoas que ingerem muitas calorias em uma só refeição para aliviar qualquer outro tipo de problema acabam desenvolvendo outros problemas relacionados à má alimentação. Ao ingerir maior quantidade de alimentos do que deveria, desenvolve a culpa e um círculo vicioso com a comida que deve ser encarado como um problema a mais, que possui tratamento. Médico, nutricionista e psicoterapia devem andar juntos com o paciente para se ter êxito no tratamento nesses casos.
5) Quais alimentos são mais indicados quando estamos ansiosos? Há alimentos que podem nos auxiliar no controle da ansiedade?
Neste período em que estamos vivendo, o importante para a boa alimentação é o planejamento. Além da lista de compras, precisamos organizar os horários e o número de refeições. Uma alimentação adequada se dá por, no mínimo, 6 refeições diárias (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia) com, no mínimo, 2 horas de intervalo e, no máximo, 3 horas. Prefira porções pequenas, sempre com algum tipo de vegetal na refeição. Os lanches pequenos (da manhã e ceia) devem conter frutas ou castanhas, e as refeições principais (almoço e jantar) devem ser baseadas nos vegetais. Assim, priorizamos a ingestão de nutrientes e ganhamos saciedade ao invés de calorias.
Alimentos que auxiliam no controle da ansiedade
Alimentos ricos em Fenilalanina
A fenilalanina é um aminoácido que tem como uma de suas funções ser precursora da dopamina. Esse neurotransmissor, por sua vez, está envolvido no mecanismo de recompensa cerebral fazendo a pessoa se sentir bem e diminuindo aquela grande vontade de ingerir alimentos gordurosos e ricos em açúcar. Alguns alimentos ricos neste aminoácido são: frango, ovos, arroz integral, brócolis, abóbora, couve, manteiga e agrião.
Alimentos ricos em Triptofano
O triptofano é um aminoácido e precursor da serotonina, que proporciona prazer e bem-estar. O neurotransmissor ajuda a pessoa a se sentir bem, espantando o estresse. Alimentos ricos em triptofano são: arroz integral, soja, oleaginosas, carne, ovos, leite e derivados magros.
Alimentos ricos em Vitamina B5
A vitamina B5 é importante para regular o cortisol, outro cofator para a produção de serotonina. Quanto mais serotonina, maior a sensação de bem-estar e menor a produção do cortisol. Alguns alimentos ricos neste nutriente são: damasco, amêndoa, leite, salmão, gérmen de trigo e farinha de aveia.
6) Como a manutenção de hábitos alimentares saudáveis pode contribuir para nossa saúde mental e para nossa qualidade de vida em tempos de isolamento social?
Manter uma alimentação saudável é manter uma saúde adequada e qualidade de vida. Uma dieta saudável dará ao organismo nutrientes fundamentais para o cérebro, como diversos minerais, vitaminas, aminoácidos e ácidos graxos essenciais. Esses nutrientes são importantes porque têm efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios e neuroprotetores, que ajudam a combater as consequências negativas do estresse, comum neste período. Uma alimentação adequada com as combinações certas de vitaminas, minerais e gorduras saudáveis impactam diretamente no funcionamento cerebral, na cognição, níveis de energia e no estado emocional.
Dicas complementares da nutricionista para manter uma rotina saudável de alimentação em tempos de isolamento social:
Coma frutas e vegetais para ingerir maiores quantidades de fibras e nutrientes e aumentar a sensação de saciedade.
Evite grandes quantidades de doces e petiscos que não ofereçam nutrientes. Ao consumi-los, procure comprar porções menores e servir-se de porções pequenas, saboreando e mastigando com calma os alimentos.
Ao ingerir biscoitos ou salgadinhos, coloque uma porção desses alimentos em um recipiente, evitando que o pacote inteiro fique a seu alcance.
Organize suas refeições durante o dia com, pelo menos, duas refeições principais e três lanches pequenos, evitando ficar muito tempo sem se alimentar.
Inclua na sua rotina diária frutas cítricas, feijão, carnes e vegetais verdes escuros a fim de manter a imunidade em dia.
Inclua ou mantenha uma atividade física para conseguir lidar positivamente com o estresse. O exercício físico proporciona sensações de prazer e de autocontrole, melhorando nossa saúde e fortalecendo nosso sistema imunológico. Também auxilia na perda de peso e na diminuição da gordura corporal.
Comitê Institucional de Emergência realiza sexta reunião semanal
O Comitê Institucional de Emergência do IFFar (CIE), constituído em razão da pandemia causada pelo novo Coronavírus, realizou sua sexta reunião semanal na última sexta-feira (17). Entre as pautas, estavam a necessidade de planejamento de ações e compra de equipamentos de proteção e a retomada das obras nas unidades.

De acordo com a Pró-Reitoria de Administração do IFFar, é necessário elaborar um Plano Orçamentário específico para as despesas com ações institucionais e compra de equipamentos de proteção individual (EPIs) relacionados ao combate à epidemia causada pelo novo Coronavírus. A necessidade de compra de materiais será mapeada por um Grupo de Trabalho formado pelos servidores do Núcleo de Saúde e Segurança do Trabalho da Reitoria do IFFar, um servidor da área da saúde de cada campus e pela Coordenação de Administração, Almoxarifado e Patrimônio da Reitoria.
A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação disponibilizou R$260 mil par ações de combate à Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus. A reitoria do IFFar, professora Carla Jardim, salientou que nem todas as ações implicam em novos gastos e que podem ser realizadas através de rearranjos dentro da própria instituição.
Obras serão retomadas nas unidades do IFFar
Segundo a reitora do IFFar, caso as obras já planejadas nas unidades do IFFar não sejam retomadas, os contratos deveriam ser suspensos. Assim, ficou decidido pelo CIE que as obras e manutenções prediais já planejadas nos campi e unidades do IFFar serão retomadas. A portaria que trata da circulação nas unidades será alterada.
De acordo com a Proad e os Diretores Gerais dos campi do IFFar, existem obras paradas em Santa Maria, na sede da Diretoria de Educação a Distância (DEAD), no Campus Santo Ângelo no Campus Panambi e no Campus Avançado Uruguaiana.
O fornecimento de proteção aos servidores terceirizados é de responsabilidade das empresas contratadas.
Controle de frequência dos estudantes será discutido pelo Comitê Assessor de Ensino
O CIE discutiu sobre o controle de presença dos estudantes durante o período de realização de atividades não presenciais. O comitê pontuou que o controle é para organização dos próprios professores e que faltas e presenças deveriam ser revistas no retorno às atividades presenciais. A questão será retomada pelo Comitê Assessor de Ensino do IFFar (CAEN).
Sobre a realização de estágios, o CIE reforçou a orientação da Pró-Reitoria de Ensino, que suspende os estágios obrigatórios. A suspensão dos estágios não obrigatórios só pode se dar pelas empresas responsáveis.
O CIE também reforçou a decisão do Conselho Superior de suspender as atividades acadêmicas a partir do dia 15 de maio.
IFFar concedeu mais de 2500 auxílios emergenciais a estudantes
O IFFar concedeu mais de 2500 benefício à estudantes. A instituição publicou resoluções que permitem a concessão de benefícios em caráter emergencial. Recebem benefícios alunos de cursos técnicos e de graduação presenciais e à distância. Saiba mais.
As reuniões semanais do CIE são transmitidas pela internet e podem ser assistidas posteriormente na página do Youtube da WebTV do IFFar. A 6ª reunião está disponível neste link.
Secom
IFFar disponibiliza auxílios financeiros em caráter emergencial a estudantes
Os auxílios financeiros em caráter emergencial têm o objetivo de estender a proteção social aos estudantes em situação de vulnerabilidade que, devido à impossibilidade de conclusão do processo de seleção de concessão de auxílios em 2020 ou que, por alguma questão recente de risco social, não consigam suprir despesas que garantam a permanência e o êxito nos estudos enquanto perdurar o período de calamidade pública atual.

Auxílio emergencial
O auxílio emergencial será destinado aos estudantes em situação de vulnerabilidade social, matriculados em cursos de oferta regular no ano letivo de 2020, em número de disciplinas na forma estabelecida no Art. 9º, parágrafos 2º e 3º, da Resolução Ad Referendum nº 12/2019, e que se enquadrem em uma das seguintes situações:
I - tenham sido contemplados com o auxílio permanência e/ou transporte até o mês de dezembro de 2019 e que tenham realizado adesão e preenchimento do questionário socioeconômico, denominado de CadÚnico 2020 no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGAA);
II - tenham realizado adesão e preenchimento do questionário socioeconômico, denominado de CadÚnico 2020 no SIGAA ou através de formulário manual, no período de 17 de fevereiro a 27 de março de 2020.
A gestão do pagamento do auxílio será realizada pela Assistência Estudantil, não havendo necessidade dos estudantes realizarem nova motivação. A Coordenação de Assistência Estudantil dos campi divulgará a lista de estudantes contemplados em ordem alfabética e com o valor do auxílio que farão jus no site institucional.
O valor do auxílio estará atrelado à situação de vulnerabilidade declarada pelo estudante, conforme o auxílio percebido em 2019, ou os dados do preenchimento de cadastro socioeconômico realizado no CadÚnico 2020.
O auxílio financeiro emergencial terá vigência enquanto durar a situação de excepcionalidade, em virtude do Coronavírus (COVID 19), e estará atrelado ao limite orçamentário destinado a este fim.
Auxílio eventual
O auxílio eventual destina-se a atender o estudante que, em período fora de edital regular dos auxílios, passou a estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, impossibilitando sua permanência e êxito no percurso acadêmico.
Considerando a situação de excepcionalidade em virtude da COVID 19, o auxílio eventual poderá ser destinado aos estudantes que não foram contemplados com o auxílio financeiro emergencial.
Podem solicitar os estudantes que se encontrarem nas seguintes condições:
I - perda recente do responsável pelo provimento da renda familiar;
II - situação de desemprego recente do estudante ou familiar provedor principal da família;
III - situação recente de doença grave do estudante ou familiar provedor principal da família;
IV - situação recente de risco social.
O auxílio eventual será concedido mediante parecer social, a partir de estudo socioeconômico realizado por assistente social. O estudante deverá encaminhar e-mail à Coordenação de Assistência Estudantil (CAE) do campus que está matriculado para realização da solicitação do auxílio, a qual encaminhará orientações de como se dará o processo de solicitação e análise, de acordo com as especificidades de cada unidade. O auxílio terá caráter temporário e vigência definida pelo profissional de serviço social.
Auxílio inclusão digital
O auxílio inclusão digital destina-se a atender estudantes matriculados, em situação de vulnerabilidade, a fim de que possam ter acesso aos meios que promovam a inclusão digital, para a realização das atividades acadêmicas.
A concessão obedecerá aos seguintes requisitos:
I - possuir renda per capita de até um salário mínimo e meio;
II - estar devidamente matriculado no período letivo 2020, em número de disciplinas na forma estabelecida no Art. 9º, parágrafos 2º e 3º, da Resolução Ad Referendum nº 12/2019;
III - declarar à coordenação do curso não ter acesso a meios que promovam sua inclusão digital.
O auxílio será concedido mediante levantamento realizado pelos coordenadores de curso. O estudante que fizer jus ao recebimento desta modalidade de auxílio receberá o valor de R$ 80,00. O auxílio inclusão digital poderá ser acumulado com o auxílio emergencial ou auxílio eventual. Esse auxílio terá vigência enquanto durar a situação de excepcionalidade em virtude do Coronavírus (COVID 19), estando atrelado ao limite orçamentário destinado a este fim.
Confira em anexo as Resoluções Ad Referendum nº 003 e 010/2020 que aprovam e alteram, respectivamente, o Regulamento de Concessão de Auxílios Financeiros em Caráter Emergencial do IFFar.
Anexos:
Calendário Acadêmico do IFFar será suspenso a partir do dia 15 de maio
O Conselho Superior (Consup) do IFFar aprovou na reunião, realizada no dia 15 de abril, a manutenção das atividades de ensino não presenciais para cursos técnicos e superiores até o dia 14/05. A partir do dia 15/05, o calendário acadêmico será suspenso até o retorno das atividades presenciais.
Durante a reunião, foram analisados os resultados das pesquisas realizadas com servidores e estudantes sobre a continuidade das atividades acadêmicas remotas, bem como a deliberação sobre a manutenção ou suspensão do calendário acadêmico.
A suspensão do calendário acadêmico significa a suspensão do registro de atividades de ensino (registro de aulas, conteúdos, avaliações) até o retorno das atividades presenciais. Dessa forma, o calendário acadêmico não será cancelado a partir dessa data, mas suspenso até o retorno das atividades presenciais. Todas as atividades de ensino realizadas até 14/05 serão registradas. O semestre será retomado de onde foi parado após o retorno das atividades presenciais. Durante o período de suspensão do calendário, o IFFar manterá atividades com os estudantes, como recuperação de conteúdos, atividades de reforço, leituras, atividades culturais, entre outras.

Conforme deliberado junto ao Comitê Institucional de Emergência (CIE), em reunião realizada na terça-feira (14/04), os cenários possíveis para a instituição eram:
I - realização de atividades de ensino não presenciais até o dia 16 de abril e suspensão do calendário acadêmico a partir de 17 de abril;
II - realização de atividades de ensino não presenciais até 30 de abril, caso seja publicada nova portaria do MEC autorizando tais atividades para os cursos superiores e, depois disso, suspensão do calendário acadêmico;
III - realização de atividades de ensino não presenciais até o dia 14 de maio (prazo limite da carga horária autorizada pela legislação para a realização de atividades não presenciais, o que corresponde a 20% da carga anual para cursos técnicos de nível médio e 40% da carga horária semestral para cursos de nível superior), caso ocorra autorização por parte do MEC; após esse período, suspensão do calendário acadêmico.
Durante a reunião, os três cenários foram colocados em votação. O cenário III foi aprovado pela maioria dos membros do Conselho, com 30 votos no total. Dessa forma, decidiu-se aprovar a manutenção das atividades de ensino não presenciais até o dia 14 de maio de 2020 para os cursos integrados, subsequentes e superiores e, após esse prazo, suspender, a contar de 15 de maio de 2020, o calendário acadêmico.
A decisão dos membros do Consup está publicada na Resolução nº 001/2020.
Semanalmente o Colégio de Dirigentes - CODIR, o Comitê Institucional de Emergência - CIE e coordenadores de ensino fazem avaliação das atividades e do cenário de pandemia a fim de tomar decisões frente às legislações vigentes.
É importante destacar para os pais dos estudantes e para a comunidade que os estudantes dos cursos técnicos e superiores não estão em férias e devem participar das atividades propostas pelos professores, pois as mesmas valerão como aula, e esses conteúdos serão cobrados posteriormente. Desde o dia 17 de março, quando houve a suspensão das atividades presenciais, as aulas estão acontecendo diariamente de maneira não presencial, pela internet, seja através de lives, de grupos de whatsapp, de emails, de alguma maneira os conteúdos estão sendo repassados pelos professores aos estudantes. As avaliação e trabalhos realizados nesse período serão contabilizados posteriormente nas notas das disciplinas.
Campanha aproxima comunidade acadêmica através da arte e da cultura
Hoje (17) o IFFar lança a campanha “Minuto de Arte e Cultura” com o objetivo de divulgar as ações promovidas pela instituição dentro dessas temáticas e aproximar a comunidade acadêmica nesse período de suspensão das atividades presenciais. A ação é idealizada pelo Núcleo de Arte e Cultura (NAC).
A ideia é que servidores e estudantes publiquem atividades culturais e artísticas realizadas na instituição com a hashtag #arteeculturanoIFFar em suas redes sociais. “Podem ser postados vídeos, fotos, desenhos, imagens, músicas, enfim, tudo aquilo que é entendido como arte e cultura”, explica Cynthia Heigert, membro do NAC.
Todas as sextas-feiras, será publicado o “Minuto de Arte e Cultura” nas redes sociais institucionais (Facebook e Instagram) com as publicações feitas pela comunidade acadêmica.
Dúvidas devem ser encaminhadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte: Ascom IFFar


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