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Representantes da Comissão Própria de Avaliação (CPA), da Coordenação de Avaliação Institucional (CAIN), da Pesquisa Institucional (PI) e dos Núcleos de Autoavaliação do Instituto Federal Farroupilha participam, nos dias 12 e 13 de novembro, de um encontro no Espaço Inova (Tecnoparque), em Santa Maria, para compilar os dados da Autoavaliação Institucional 2025.

O trabalho reúne servidores de diferentes unidades com o objetivo de sistematizar as informações coletadas entre 13 de outubro e 5 de novembro.

De acordo com a organização, essa etapa é essencial para consolidar os indicadores quantitativos e qualitativos que irão compor o Relatório de Autoavaliação Institucional, documento que orienta o planejamento estratégico do IFFar. A partir do relatório elaborado pela CPA, os Núcleos de Autoavaliação encaminharão os resultados para as equipes gestoras de cada unidade, que irão utilizá-los na construção de Planos de Ação voltados ao aprimoramento das fragilidades e potencialidades identificadas no processo avaliativo.

Prevista pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), a Autoavaliação Institucional é uma ferramenta de gestão que reforça o compromisso do IFFar com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. O processo também incentiva a participação da comunidade acadêmica e contribui para uma gestão mais integrada, participativa e orientada ao desenvolvimento institucional.

 

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Entre os dias 18 e 23 de outubro de 2025, estudantes e professores da Licenciatura em Ciências Biológicas do IFFar – Campus Alegrete realizaram a BioTrip 2025, uma viagem acadêmica que uniu biodiversidade, conservação, manejo sustentável e educação ambiental em experiências concretas de campo. A atividade contou também com a participação de integrantes de outros cursos do campus, ampliando a troca de saberes ao longo do percurso. Estiveram presentes professores de Língua Portuguesa e de História, médico-veterinário, e estudantes da Agronomia, Química, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e  Alimentos, que relacionaram seus conhecimentos às vivências práticas e às realidades socioambientais encontradas no caminho.

 

Curitiba: iniciação à pesquisa botânica e conservação da fauna

A jornada começou no Jardim Botânico de Curitiba, referência nacional em pesquisa e conservação vegetal. Criado em 1991, o espaço abriga coleções científicas, estufas com espécies nativas e exóticas e iniciativas voltadas à recuperação da flora brasileira. Os estudantes puderam observar técnicas de cultivo, manejo e preservação, conectando conteúdos vistos em sala com a rotina de pesquisadores.

Em seguida, a programação continuou no Zoológico Municipal de Curitiba, inaugurado em 1982. A presença do médico-veterinário do campus enriqueceu as conversas sobre manejo da fauna, bem-estar animal e conservação de espécies ameaçadas, aproximando a teoria das práticas realizadas pela equipe técnica do local.

 

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Cananéia: biodiversidade e comunidades tradicionais

O grupo seguiu para Cananéia (SP), município histórico situado em uma das regiões ecológicas mais importantes do país. O Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape–Cananéia, reconhecido pela UNESCO como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, abriga ecossistemas preservados e comunidades tradicionais que mantêm modos de vida profundamente conectados ao ambiente.

Em Cananéia, os estudantes visitaram a Reserva Extrativista do Mandira (Resex Mandira), administrada pelo ICMBio desde 2002. A comunidade quilombola local conduz um modelo exemplar de gestão sustentável, baseado na extração responsável de ostras e no manejo cuidadoso dos recursos naturais. Além da conversa com moradores e lideranças, que aproximou o grupo das práticas de organização comunitária e dos desafios enfrentados pelas populações tradicionais, programação incluiu uma incursão de lancha pelo manguezal até os criadouros de ostras, permitindo observar de perto o trabalho desenvolvido na região e a relação entre conservação, território e sustento das famílias.

 

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PETAR: cavernas, trilhas e ecossistemas únicos

A imersão continuou no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), uma das áreas de maior relevância espeleológica do mundo, com mais de 350 cavernas registradas. Criado em 1958, o parque reúne rios de águas claras, formações geológicas singulares e uma parcela preciosa da Mata Atlântica.

No primeiro dia, o grupo percorreu a Trilha do Betari e visitou as cavernas Água Suja e Cafezal, onde puderam observar na prática como solo, água e rochas se relacionam na formação dos sistemas subterrâneos. A trilha terminou na Cachoeira do Betarizinho, fechando o percurso com discussões sobre hidrologia, geologia e biodiversidade.

 

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Durante a caminhada, os estudantes também atravessaram um trecho do Caminho de Peabiru, antiga rota indígena que conectava diferentes regiões da América do Sul antes da chegada dos europeus. O professor de História que acompanhava a viagem trouxe o contexto cultural e arqueológico do trajeto, mostrando como conhecimento ambiental e história se entrelaçam há séculos — um momento que reforçou, na prática, a força da interdisciplinaridade.

 

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As atividades no PETAR foram conduzidas por guias locais, entre eles espeleólogos, que compartilharam saberes sobre as cavernas, a dinâmica dos rios subterrâneos e a vida que se adapta às condições da Mata Atlântica. Essa troca ampliou a compreensão dos estudantes sobre conservação e manejo sustentável do território.

No segundo dia, foram exploradas as cavernas Alambari de Baixo e Ouro Grosso, marcadas por salões internos, formações calcárias e cursos d’água. A programação incluiu boia cross, proporcionando contato direto com a dinâmica dos rios, além de uma atividade noturna de observação de cogumelos bioluminescentes, momento que revelou a complexidade e a beleza dos ecossistemas fúngicos do Vale do Ribeira.

 

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Quilombo Ivaporunduva: história, resistência e sustentabilidade

Para encerrar a BioTrip, o grupo visitou o Quilombo do Ivaporunduva, uma das comunidades quilombolas mais antigas do Vale do Ribeira, com registros desde o século XVIII. O quilombo é reconhecido por sua organização comunitária, sua produção agrícola sustentável e pela defesa ativa do território tradicional.

Durante a visita, os estudantes participaram de oficinas de ervas medicinais, técnicas tradicionais de caça e pesca e artesanato, aproximando-se dos saberes transmitidos entre gerações. As conversas com moradores trouxeram reflexões sobre resistência, identidade, autonomia e sobre como a conservação ambiental também passa pelo fortalecimento das comunidades que habitam esses territórios.

 

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Aprendizagens que ficam

A BioTrip 2025 deixou lembranças que vão muito além do conteúdo técnico. Ao caminhar por diferentes territórios, escutar histórias e vivenciar práticas de conservação com quem faz parte delas, os estudantes puderam ver a biologia acontecendo no mundo real — em florestas, cavernas, rios, comunidades e na relação entre pessoas e natureza.

A experiência demonstra o compromisso do IFFar – Campus Alegrete e da Licenciatura em Ciências Biológicas com uma formação crítica, humana e sensível às realidades socioambientais do país. Aprender, afinal, também é observar, escutar e se conectar com aquilo que está vivo ao nosso redor.

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A instituição recebeu, nesta segunda-feira, um novo trator adquirido por meio de emenda parlamentar destinada ao campus. O equipamento chega para fortalecer as atividades práticas dos cursos da área agrícola, especialmente o Técnico em Agropecuária.

Durante a entrega, estudantes do curso acompanharam a recepção do maquinário, que passa a integrar a estrutura utilizada nas aulas de campo e em projetos de ensino, pesquisa e extensão.

A aquisição representa um importante avanço para qualificar a formação dos alunos e ampliar as condições de desenvolvimento das atividades agrícolas no campus.

 

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O Núcleo de Gestão e Educação Ambiental (Nugea) do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete, criado em 2015, iniciou uma ação voltada à valorização de resíduos orgânicos, promovendo o reaproveitamento de resíduos e o retorno dos materiais ao ciclo natural.

A valorização de resíduos consiste em um processo de atribuição de valor econômico aos resíduos sólidos oriundos das atividades diárias da população. Significa a transformação de um descarte em um ativo, que pode ser utilizado como matéria-prima para a produção de um produto ou como fonte de energia.

Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), em seu artigo 19, inciso XII, prevê a valorização dos resíduos sólidos nos planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos. A transformação de resíduo orgânico em adubo é uma das formas adequadas de valorizar os resíduos. Ações como esta incorporam a economia circular, que estabelece o retorno saudável dos materiais para o ciclo econômico ou para a natureza.

A compostagem é uma forma de realizar esse retorno saudável dos materiais orgânicos para o ciclo da natureza. O adubo produzido na compostagem devolve os nutrientes ao solo, promovendo equilíbrio e fertilidade. A equipe do Nugea também começou a praticar essa “revolução” por meio dos seus baldinhos.

Os membros do Núcleo foram capacitados pela empresa Brotando Compostagem e Educação Ambiental, de Pelotas (RS), para a utilização da técnica de compostagem termofílica em leiras com aeração passiva. Atualmente, os baldinhos de coleta já estão disponíveis nas cozinhas de diversos setores do campus, e as coletas são realizadas semanalmente por professoras e acadêmicos integrantes do Nugea.

A inspiração para a ação veio do projeto “A Revolução dos Baldinhos”, criado em 2008 como uma iniciativa de gestão comunitária para os resíduos orgânicos na comunidade Chico Mendes, em Florianópolis (SC). O projeto foi realizado pelo Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO).

Com a ação, o Nugea busca:

    • Valorizar o resíduo orgânico, transformando-o em adubo para as atividades do campus;
    •  
      Diminuir a quantidade de resíduos que vai para o aterro sanitário e aumentar a vida útil dos aterros;
    •  
      Contribuir com a redução de metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2) oriundos da decomposição em aterros sanitários;
    •  
      Gerar economia para os cofre públicos;
    • Fortalecer ações de educação ambiental no campus;
    • Alinhar-se aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

Atualmente, o campus conta com 15 pontos de coleta, localizados principalmente nas cozinhas e em algumas áreas comuns, como o saguão do prédio das salas de aula.

No IFFar – Campus Alegrete, o Nugea realiza a compostagem dos resíduos orgânicos pelo método de Compostagem Termofílica em Leiras Estáticas com Aeração Passiva, com base no Método UFSC. O processo consiste na decomposição microbiológica da matéria orgânica em condições aeróbias (dependentes de oxigênio) e na geração de calor com temperaturas acima de 45°C, podendo atingir picos superiores a 70°C. As leiras, montes formados por resíduos onde ocorre a compostagem, foram construídas com paletes, folhas de pinus e restos de poda.

Os resultados obtidos até o momento são expressivos:

  • 1ª Leira: 217,697 kg de resíduos coletados (período de janeiro a junho);

  • 2ª Leira: 383,725 kg de resíduos coletados (período de julho a setembro). 

  À frente do Nugea estão a presidenta Ana Paula Vestena Cassol e a vice-presidenta Jéssica Pereira de Matos, que destacam a importância de fortalecer práticas sustentáveis e de educação ambiental no IFFar – Campus AlegreteA ideia é dar continuidade ao projeto de compostagem, com capacitação e construção das leiras, em algumas escolas do município de Alegrete em 2026.
 
 

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No dia 11 de novembro, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) do IFFar – Campus Alegrete promoveu uma atividade voltada aos estudantes do Ensino Médio Integrado.

A ação contou com a palestra “Entre rimas e reflexões: o povo negro na arte do Rap”, ministrada por Henry Kesman, aluno do curso Técnico em Informática e integrante do NEABI.

O encontro teve como objetivo refletir sobre o papel do povo negro na construção da arte e da cultura, utilizando o rap como forma de expressão e resistência. A atividade integrou as ações pedagógicas do NEABI que buscam contribuir para o combate ao racismo, desconstrução de preconceitos e valorização da história e cultura afro-brasileira no ambiente escolar e na sociedade.

 

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O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete participou da 9ª Feira do Livro de Manoel Viana, realizada de 6 a 9 de novembro de 2025, na Praça Central do município. Durante todo o evento, a instituição manteve um estande para divulgação dos cursos ofertados, com atendimento em todos os turnos, aproximando a comunidade regional das oportunidades de formação técnica e superior oferecidas pelo IFFar.

Na sexta-feira à noite, ocorreu o lançamento de duas obras produzidas por servidores e estudantes do campus. O Grupo de Estudos em Políticas e Gestão da Educação (GEPGE) apresentou o livro “ConselhoEdu: Nuances de uma pesquisa com enfoque na gestão participativa”, resultado de um projeto financiado pela Fapergs, que reuniu pesquisadores de diferentes instituições para refletir sobre a gestão democrática da educação e a participação dos Conselhos Municipais de Educação.

Além disso, o curso de Licenciatura em Matemática lançou o e-book “A Matemática ensinada de forma recreativa: uma proposta de gincana para o ensino fundamental”, produzido por estudantes e professores do curso. A obra propõe práticas pedagógicas dinâmicas e lúdicas que tornam o ensino da Matemática mais envolvente e significativo.

No sábado à tarde, acadêmicos da Licenciatura em Matemática também participaram da feira com atividades de divulgação do curso, apresentando suas experiências e dialogando com o público sobre a formação de professores na área.

A presença do IFFar – Campus Alegrete na Feira do Livro de Manoel Viana reforça o compromisso da instituição com a valorização da leitura, da pesquisa e da educação pública de qualidade na região.

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O Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete realizou o último encontro anual do projeto de extensão “Gurias na Ciência”, que está em sua segunda edição e é coordenado pela professora Paula Guadagnin. O projeto conta também com a participação da estudante Paola Acosta, que atua no desenvolvimento das atividades. A ação é desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.

A oficina “A Magia da Física no Nosso Dia a Dia” foi conduzida pela professora de Física e diretora do campus, Mirian Marchezan Lopes, e contou com experimentos práticos voltados à área da Física, abordando temas como condução, convecção e dilatação térmica, além de discussões sobre propriedades dos materiais.

O projeto tem como objetivo estimular o interesse de meninas e jovens mulheres pelas ciências exatas e pela pesquisa científica, promovendo espaços de aprendizado, troca de experiências e protagonismo feminino na área acadêmica.

Com este encontro, o “Gurias na Ciência” encerra suas atividades de 2025 reforçando o compromisso do IFFar com a popularização da ciência e o incentivo à presença de mais meninas e mulheres nas áreas científicas.

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Estudantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do IFFar – Campus Alegrete participaram da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), realizada na cidade de Santa Maria/RS.

Durante o evento, os acadêmicos apresentaram trabalhos desenvolvidos no âmbito do programa, compartilhando experiências e resultados de suas atividades voltadas à formação docente e à prática pedagógica.

A participação na JAI proporcionou aos estudantes um importante momento de troca de conhecimentos e integração com acadêmicos e professores de outras instituições, fortalecendo o compromisso do PIBID com a qualificação da formação de futuros professores.

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Nos dias 4 e 5 de novembro, o curso de Licenciatura em Matemática do IFFar – Campus Alegrete realizou a III Jornada Acadêmica da Matemática, com uma programação voltada à formação e à integração dos acadêmicos.

O evento contou com palestras, mesa-redonda e oficinas, todas ministradas por docentes do curso, proporcionando momentos de aprendizado e troca de experiências entre estudantes, professores e egressos.

Na terça-feira (4), a programação incluiu a Oficina sobre o GeoGebra, ministrada pelos professores Maurício Lutz e Launiço Oliveira, seguida da Mesa Redonda dos Egressos, com a participação dos professores Gabriel de Soares, Ana Carla Nicola e Samela Gonzalez.

Já na quarta-feira (5), ocorreu a Oficina de Libras, conduzida pela professora Luciana Fortes, e a Palestra sobre pós-graduações e experiências internacionais, apresentada pela professora Vanessa Dambros e pelo professor Ismael Silvestre.

A III Jornada Acadêmica da Matemática reforçou o compromisso do curso com a formação docente, a inovação pedagógica e o diálogo entre teoria e prática, pilares fundamentais da formação dos futuros professores de Matemática do IFFar – Campus Alegrete.

 

No dia 5 de novembro, o IFFar – Campus Alegrete promoveu uma atividade especial em alusão ao Dia do Técnico em Agropecuária, voltada aos estudantes do Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio.

O encontro foi realizado no auditório do campus e teve como foco a preparação para o estágio curricular supervisionado, etapa fundamental na formação dos futuros técnicos. Durante a atividade, foram abordadas orientações sobre o desenvolvimento das práticas profissionais, responsabilidades dos estudantes e aspectos relacionados à vivência no campo de trabalho.

A programação reforçou a importância da atuação do técnico em agropecuária para o desenvolvimento do setor produtivo e o compromisso do IFFar em oferecer uma formação sólida, conectada às demandas do mundo do trabalho e às realidades do meio rural.

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