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Nos dias 25 de novembro e 02 de dezembro de 2025, às 9h30, ocorreram dois encontros de formação do projeto de extensão “Vivências e Práticas Participativas no Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social (CACS–Fundeb)” do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete. As atividades foram realizadas, respectivamente, na Sala dos Conselhos da Câmara Municipal de Vereadores de Alegrete e no Salão Azul da Prefeitura Municipal.

Participaram das formações o presidente do Conselho, professor Gleidson Corrêa, além dos demais conselheiros e conselheiras. As atividades foram ministradas pela Prof.ª Dr.ª Calinca Jordânia Pergher, coordenadora do projeto, acompanhada dos bolsistas Hellen Giovana da Costa Saldanha e Uriel Jayme Garcia, estudantes dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Matemática, respectivamente.

Os encontros abordaram os temas “Introdução aos conceitos básicos do financiamento da educação” e “Conhecendo o Fundeb: formas de complementação da União ao fundo”. A terceira e última formação ocorrerá no dia 09 de dezembro de 2025, no Campus Alegrete, com o tema “CACS Fundeb: principais ações de acompanhamento”.

O projeto de extensão teve início com uma visita diagnóstica ao Conselho, realizada pelo professor Gabriel e pelo bolsista Uriel, que aplicaram um questionário para identificar o nível de conhecimento dos conselheiros, suas dúvidas e demandas. A partir desse levantamento, as formações foram estruturadas de modo a atender às necessidades reais da comunidade e fortalecer o papel do Conselho no controle social dos recursos da educação.

A ação de extensão tem como objetivo qualificar a atuação dos conselheiros do CACS-Fundeb, contribuindo para o aprimoramento do acompanhamento e fiscalização dos investimentos em educação. Os participantes avaliaram positivamente os encontros e destacaram a importância da continuidade das formações, sinalizando o interesse em que o projeto seja renovado no próximo ano.

 

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O IFFar – Campus Alegrete promoveu, nesta semana, uma reunião entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e a gestão diretiva do Campus para tratar dos resultados da Avaliação Institucional referente ao último ciclo avaliativo.

O encontro reuniu direção-geral, direções de área, coordenações e representantes da CPA, que apresentaram os principais indicadores levantados, destacando pontos fortes, avanços e aspectos que demandam atenção. Durante a reunião, foram discutidas estratégias para aprimorar processos internos, qualificar serviços e fortalecer a participação da comunidade acadêmica nas próximas etapas de avaliação.

A gestão reforçou a importância do trabalho da CPA para o planejamento institucional e reafirmou o compromisso com a melhoria contínua da qualidade do ensino, pesquisa, extensão e administração.

A partir das análises, serão elaboradas ações que subsidiarão o plano de melhorias do Campus, alinhado às necessidades identificadas pela comunidade.

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A equipe do IFFar – Campus Alegrete representou a instituição na 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG), realizada entre os dias 25 e 28 de novembro. Considerada a principal competição nacional da área, a OBG reúne estudantes de todo o país e é responsável pela classificação de equipes para a fase internacional, a iGEO.

O time alegretense foi composto pelos estudantes Bruno Artur Arend, João Pedro Amaral de Brito e Diulia Daniela da Silva Guterres, sob orientação da professora de Geografia Suelen de Leal Rodrigues. Ao longo dos quatro dias de atividades, os participantes enfrentaram provas teóricas e práticas com temas atuais e de grande relevância socioambiental.

As avaliações teóricas exploraram conteúdos relacionados ao Desenvolvimento Sustentável, Sustentabilidade dos Oceanos e Conflitos Geopolíticos. Já na etapa prática, os estudantes realizaram desafios de cartografia, que exigiam a produção e interpretação de mapas. No terceiro dia da competição, ocorreu ainda uma prova multimídia assíncrona, em formato de múltipla escolha, além de uma imersão sobre os cursos e áreas de atuação em Geografia e Geologia.

Os representantes do IFFar destacam que a participação na OBG foi “uma experiência ímpar”, marcada por aprendizado intenso, desafios e troca de conhecimentos com estudantes de todo o Brasil. A equipe também celebrou um importante resultado: um dos integrantes conquistou medalha de ouro em nível nacional, sendo o único medalhista do Rio Grande do Sul na edição de 2025.

A participação reafirma o compromisso do IFFar Alegrete em incentivar a formação cidadã, a pesquisa e o protagonismo estudantil em competições acadêmicas de relevância nacional.

 

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Os estudantes do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete participaram dos Jogos Nacionais das Instituições Federais (JIF 2025), realizados em Natal/RN, e retornaram com importantes conquistas para o esporte estudantil do Campus.

O aluno Rodrigo da Silva Almeida, pioneiro da unidade na participação do PARAJIF, sagrou-se campeão no Arremesso de Peso, alcançando a marca de 6,80 metros.

A estudante Ana Luiza Ramos de Oliveira também obteve excelente desempenho, conquistando a medalha de prata no Salto em Altura, com 1,48 metro. O resultado evidencia a evolução da atleta, que já se destacava nas etapas municipal e estadual, e agora amplia sua atuação no cenário nacional.

O Campus Alegrete parabeniza os atletas pelo empenho, dedicação e pelos resultados alcançados, que reafirmam o compromisso institucional com a formação integral dos estudantes.

Jogos das Instituições Federais 2025 — Esporte que une, educação que transforma o Brasil.

 

No dia 26 de novembro, estudantes dos terceiros anos do Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Farroupilha – Campus Alegrete participaram da Prática Profissional Integrada (PPI), atividade que articula conhecimentos teóricos e práticos desenvolvidos ao longo da formação.

A ação envolveu diferentes componentes curriculares e proporcionou aos alunos a vivência de situações reais relacionadas às rotinas produtivas e de gestão no meio rural. As atividades foram conduzidas nos espaços didáticos do campus, permitindo o aprofundamento em temas como manejo de animais, administração rural e tecnologias aplicadas à produção agropecuária.

A PPI é um momento formativo essencial na trajetória dos futuros técnicos, fortalecendo competências profissionais e promovendo uma visão integrada dos processos do setor agropecuário.

A coordenação do curso destaca que essa experiência contribui para a autonomia, tomada de decisão e responsabilidade técnica dos estudantes, alinhada ao compromisso do IFFar com uma educação pública, prática e de qualidade.

 

 

 

Representantes da Comissão Própria de Avaliação (CPA), da Coordenação de Avaliação Institucional (CAIN), da Pesquisa Institucional (PI) e dos Núcleos de Autoavaliação do Instituto Federal Farroupilha participam, nos dias 12 e 13 de novembro, de um encontro no Espaço Inova (Tecnoparque), em Santa Maria, para compilar os dados da Autoavaliação Institucional 2025.

O trabalho reúne servidores de diferentes unidades com o objetivo de sistematizar as informações coletadas entre 13 de outubro e 5 de novembro.

De acordo com a organização, essa etapa é essencial para consolidar os indicadores quantitativos e qualitativos que irão compor o Relatório de Autoavaliação Institucional, documento que orienta o planejamento estratégico do IFFar. A partir do relatório elaborado pela CPA, os Núcleos de Autoavaliação encaminharão os resultados para as equipes gestoras de cada unidade, que irão utilizá-los na construção de Planos de Ação voltados ao aprimoramento das fragilidades e potencialidades identificadas no processo avaliativo.

Prevista pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), a Autoavaliação Institucional é uma ferramenta de gestão que reforça o compromisso do IFFar com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. O processo também incentiva a participação da comunidade acadêmica e contribui para uma gestão mais integrada, participativa e orientada ao desenvolvimento institucional.

 

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Entre os dias 18 e 23 de outubro de 2025, estudantes e professores da Licenciatura em Ciências Biológicas do IFFar – Campus Alegrete realizaram a BioTrip 2025, uma viagem acadêmica que uniu biodiversidade, conservação, manejo sustentável e educação ambiental em experiências concretas de campo. A atividade contou também com a participação de integrantes de outros cursos do campus, ampliando a troca de saberes ao longo do percurso. Estiveram presentes professores de Língua Portuguesa e de História, médico-veterinário, e estudantes da Agronomia, Química, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e  Alimentos, que relacionaram seus conhecimentos às vivências práticas e às realidades socioambientais encontradas no caminho.

 

Curitiba: iniciação à pesquisa botânica e conservação da fauna

A jornada começou no Jardim Botânico de Curitiba, referência nacional em pesquisa e conservação vegetal. Criado em 1991, o espaço abriga coleções científicas, estufas com espécies nativas e exóticas e iniciativas voltadas à recuperação da flora brasileira. Os estudantes puderam observar técnicas de cultivo, manejo e preservação, conectando conteúdos vistos em sala com a rotina de pesquisadores.

Em seguida, a programação continuou no Zoológico Municipal de Curitiba, inaugurado em 1982. A presença do médico-veterinário do campus enriqueceu as conversas sobre manejo da fauna, bem-estar animal e conservação de espécies ameaçadas, aproximando a teoria das práticas realizadas pela equipe técnica do local.

 

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Cananéia: biodiversidade e comunidades tradicionais

O grupo seguiu para Cananéia (SP), município histórico situado em uma das regiões ecológicas mais importantes do país. O Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape–Cananéia, reconhecido pela UNESCO como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, abriga ecossistemas preservados e comunidades tradicionais que mantêm modos de vida profundamente conectados ao ambiente.

Em Cananéia, os estudantes visitaram a Reserva Extrativista do Mandira (Resex Mandira), administrada pelo ICMBio desde 2002. A comunidade quilombola local conduz um modelo exemplar de gestão sustentável, baseado na extração responsável de ostras e no manejo cuidadoso dos recursos naturais. Além da conversa com moradores e lideranças, que aproximou o grupo das práticas de organização comunitária e dos desafios enfrentados pelas populações tradicionais, programação incluiu uma incursão de lancha pelo manguezal até os criadouros de ostras, permitindo observar de perto o trabalho desenvolvido na região e a relação entre conservação, território e sustento das famílias.

 

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PETAR: cavernas, trilhas e ecossistemas únicos

A imersão continuou no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), uma das áreas de maior relevância espeleológica do mundo, com mais de 350 cavernas registradas. Criado em 1958, o parque reúne rios de águas claras, formações geológicas singulares e uma parcela preciosa da Mata Atlântica.

No primeiro dia, o grupo percorreu a Trilha do Betari e visitou as cavernas Água Suja e Cafezal, onde puderam observar na prática como solo, água e rochas se relacionam na formação dos sistemas subterrâneos. A trilha terminou na Cachoeira do Betarizinho, fechando o percurso com discussões sobre hidrologia, geologia e biodiversidade.

 

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Durante a caminhada, os estudantes também atravessaram um trecho do Caminho de Peabiru, antiga rota indígena que conectava diferentes regiões da América do Sul antes da chegada dos europeus. O professor de História que acompanhava a viagem trouxe o contexto cultural e arqueológico do trajeto, mostrando como conhecimento ambiental e história se entrelaçam há séculos — um momento que reforçou, na prática, a força da interdisciplinaridade.

 

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As atividades no PETAR foram conduzidas por guias locais, entre eles espeleólogos, que compartilharam saberes sobre as cavernas, a dinâmica dos rios subterrâneos e a vida que se adapta às condições da Mata Atlântica. Essa troca ampliou a compreensão dos estudantes sobre conservação e manejo sustentável do território.

No segundo dia, foram exploradas as cavernas Alambari de Baixo e Ouro Grosso, marcadas por salões internos, formações calcárias e cursos d’água. A programação incluiu boia cross, proporcionando contato direto com a dinâmica dos rios, além de uma atividade noturna de observação de cogumelos bioluminescentes, momento que revelou a complexidade e a beleza dos ecossistemas fúngicos do Vale do Ribeira.

 

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Quilombo Ivaporunduva: história, resistência e sustentabilidade

Para encerrar a BioTrip, o grupo visitou o Quilombo do Ivaporunduva, uma das comunidades quilombolas mais antigas do Vale do Ribeira, com registros desde o século XVIII. O quilombo é reconhecido por sua organização comunitária, sua produção agrícola sustentável e pela defesa ativa do território tradicional.

Durante a visita, os estudantes participaram de oficinas de ervas medicinais, técnicas tradicionais de caça e pesca e artesanato, aproximando-se dos saberes transmitidos entre gerações. As conversas com moradores trouxeram reflexões sobre resistência, identidade, autonomia e sobre como a conservação ambiental também passa pelo fortalecimento das comunidades que habitam esses territórios.

 

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Aprendizagens que ficam

A BioTrip 2025 deixou lembranças que vão muito além do conteúdo técnico. Ao caminhar por diferentes territórios, escutar histórias e vivenciar práticas de conservação com quem faz parte delas, os estudantes puderam ver a biologia acontecendo no mundo real — em florestas, cavernas, rios, comunidades e na relação entre pessoas e natureza.

A experiência demonstra o compromisso do IFFar – Campus Alegrete e da Licenciatura em Ciências Biológicas com uma formação crítica, humana e sensível às realidades socioambientais do país. Aprender, afinal, também é observar, escutar e se conectar com aquilo que está vivo ao nosso redor.

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A instituição recebeu, nesta segunda-feira, um novo trator adquirido por meio de emenda parlamentar destinada ao campus. O equipamento chega para fortalecer as atividades práticas dos cursos da área agrícola, especialmente o Técnico em Agropecuária.

Durante a entrega, estudantes do curso acompanharam a recepção do maquinário, que passa a integrar a estrutura utilizada nas aulas de campo e em projetos de ensino, pesquisa e extensão.

A aquisição representa um importante avanço para qualificar a formação dos alunos e ampliar as condições de desenvolvimento das atividades agrícolas no campus.

 

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