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Os alunos do 3º semestre do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IFFar – Campus Santo Augusto, participaram nos dias 30 e 31 de março do 1º Encontro Regional de Ensino de Ciências (EREC) na UFSM em Santa Maria, acompanhados pelas professoras Camila Copetti, Clarinês Hames e Roberta Novaes Reis.

O evento, que teve como tema "Perspectivas, metodologias e novas tecnologias", contou com palestras e atividades com o objetivo de aproximar pesquisadores nacionais e internacionais da área de ciências, promover a troca de saberes entre profissionais, divulgar novas estratégias de ensino de ciências na escola e pensar o uso das tecnologias da informação e comunicação como recursos para a melhoria da educação.

Entre os pesquisadores internacionais que participaram do EREC, estão os professores portugueses António Nóvoa da Universidade de Lisboa e Alexandre Ventura da Universidade de Aveiro - Portugal que argumentaram sobre as novas formações de professores e demais pontos.

O Professor Nóvoa falou sobre um novo tempo para a formação de professores, sendo muito importante a disponibilização dessas formações nas escolas, se baseando na composição pedagógica, para que ocorra a recomposição pedagógica e na disposição pessoal, para que ocorra a interposição profissional. 

A fala do professor Ventura “de que não é necessário reinventar a roda”, advém da sua convicção de que muitas das questões no setor educacional não tem propriamente a ver com grandes reformas ou grandes salvadores da pátria. Para ele, a essência dos problemas passa por dinâmicas e metodologias que, por diversos motivos (políticos, econômicos, sociais, etc) foram abandonados e causaram uma perda para o sistema. O professor afirma que os cursos de formação inicial de professores precisam levar em consideração aspectos fundamentais como ética, estratégia, ecletismo, entusiasmo e envolvimento para o sucesso dos cursos e das práticas docentes futuras.

Na oportunidade também houveram apresentações de trabalhos, onde os alunos e professores puderam  trocar informações, experiências e ideias sobre diferentes formas de se trabalhar os conteúdos de Ciências, Biologia ou Química na sala de aula, no laboratório ou em espaços não formais de ensino,  bem como as diferentes metodologias adotadas para tal. 

As professoras Roberta e Clarinês apresentaram respectivamente os seguintes trabalhos, na forma de pôster: “Estudo de instrumentos de coleta de dados como perspectiva de avaliação da aprendizagem” e “Cinema Nacional para discussão de temas transversais no ensino de Ciências”.

 

O IFFar – Campus Santo Augusto promoveu no dia 28 de março um encontro entre os alunos do 1º e do 3º semestre do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, na sala multifuncional da instituição, com a participação da Diretora de Ensino, Márcia Fink e dos professores do curso.

Na ocasião, houve palestra com a professora Márcia Rosmann, que falou a respeito da formação e atuação do professor e a palestra com a Coordenadora do Curso, professora Clarissa Gervasio, que falou a respeito sobre a profissão e áreas de atuação do Biólogo. 

Após as palestras, os alunos do 3º semestre entregaram mudas de plantas nativas (guajuvira, cedro e angico) para os calouros. O encontro foi finalizando com um coquetel de confraternização.

 

 O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Alimentos do IFFar - Campus Santo Augusto, Jean Paulo de Oliveira, está fazendo Doutorado sanduiche no Instituto de Agroquímica y Tecnologia de Alimentos – IATA em Valência na Espanha.

Jean, que já está no segundo ano do Doutorado pelo Programa de Pós Graduação de Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) da Universidade Federal de Pelotas - UFPEL, na área de Grãos, se inscreveu no final do ano passado para fazer o Doutorado sanduiche na Espanha, ficando em primeiro lugar na seleção.

Natural de São Pedro do Sul/RS, Jean, se formou em 2013 na 2ª Turma do Curso de Tecnologia em Alimentos do IFFar – Campus Santo Augusto. Antes de entrar na pós-graduação, trabalhou na usina de biodiesel da Camera Agroalimentos SA, na BRF e na CCGL, adquirindo experiência na indústria alimentícia.

O doutorando além de estar estudando, também está publicando artigos e encaminhando patentes para enriquecer seu currículo. Quando retornar ao Brasil e defender minha tese, vou tentar um pós-doutorado, pois quero continuar na pesquisa, mas atuar na docência também é excelente opção a se pensar para o futuro.

Um doutorado sanduíche é um programa de bolsa de estudo no qual o estudante tem a chance de fazer parte (de alguns meses a um ano) do seu curso de doutorado em outra instituição brasileira ou internacional. Normalmente, para participar, o estudante deve estar matriculado há pelo menos um ano em um doutorado de uma universidade ou faculdade brasileira. A bolsa propõe a oportunidade de fazer um intercâmbio de estudos, para que o estudante possa aprofundar o seu conhecimento em relação à sua área de pesquisa, conseguir novos recursos e informações para a sua tese, que deverá ser defendida no Brasil. 

Na sexta-feira, dia 30 de março, os alunos do IFFar – Campus Santo Augusto assistiram o filme dirigido e escrito pela cineasta Anna Muylaert. O filme lançado em 2015, trata dos conflitos que acontecem entre uma empregada doméstica do Brasil e seus patrões de classe média, criticando as desigualdades da sociedade brasileira.


No filme Regina Casé interpreta Val, uma Pernambucana que migra para o Sul, deixando sua filha Jéssica aos cuidados do avô. Em São Paulo, Val encontra um emprego como babá e empregada doméstica em uma casa de família de classe alta, onde cuida do filho de seus patrões, Fabinho. Após mais de uma década de trabalho, Val é considerada “quase da família”, mas ela ainda faz as suas refeições em uma mesa separada, dorme no quartinho dos fundos e jamais colocou os pés na piscina da casa. A chegada de Jéssica (Camila Márdila), filha de Val, à casa dos patrões, na intenção de se preparar para o vestibular, muda os rumos da história.


Após a exibição, a professora Claudia Alves dos Santos, juntamente com a professora Téoura Benetti, promoveram um debate sobre as questões tratadas no filme, como a migração dos nordestinos para o Sul e as relações entre patrão e empregado no Brasil, principalmente o trabalhador doméstico que até 2015, com a aprovação da PEC das Domésticas, não tinha direitos trabalhistas garantidos.

A professora Stéphane Dias trouxe informações sobre a recepção do filme no Exterior, mais especificamente sobre comentários de expetadores alemães acerca do enredo e da produção. Segundo esses comentários, o filme seria surreal ao retratar uma relação impensável na Alemanha, em que alguém fora do círculo familiar mora na sua casa para realizar as tarefas que a própria família poderia dar conta de realizar.

As alunas Andressa Boni e Jessica Silva, do 3º ano do curso técnico em Administração, ajudaram no debate, apresentando alguns dados sobre as relações de trabalho e a PEC das Domésticas.


“Que Horas Ela Volta?” estreou no início de 2015, no Festival de Sundance, em Utah nos Estados Unidos, e também foi lançado em mais sete países da Europa, somente depois dessas estreias, foi lançado no Brasil em 27 de agosto de 2015. Em dezembro do mesmo ano, foi eleito um dos cinco melhores filmes estrangeiros do ano pela organização norte-americana, National Board of Review, e eleito o melhor filme do ano no Brasil, entrando na lista dos 100 melhores filmes brasileiros segundo a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine).

 

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Na tarde de terça-feira, dia 28, foi realizada na Unijui a certificação dos Trabalhos Destaque do Salão do Conhecimento 2016, e os egressos do IFFar – Campus Santo Augusto, Emanuela Volpato e Bruno Prates Silva, foram premiados na VI Mostra de Iniciação Científica Júnior na área de Ciências Sociais Aplicadas com o trabalho: “O Desafio de Produzir: barreiras à adoção e manutenção às normas públicas de produção de alimentos”.

Ambos foram alunos de iniciação científica, vinculados ao projeto "O impacto das normas alimentares na gestão de pequenas e médias empresas agroalimentares",  desenvolvido em 2016, sob a coordenação do Coordenador de Extensão do IFFar- Campus Santo Augusto, Me. Francisco Sperotto Flores.

Os trabalhos destaque do último Salão do Conhecimento da Unijui podem ser conferidos nesse link: http://www.unijui.edu.br/salaodoconhecimento/trabalhos-destaque

 

Edital 31/2017 - Resultado preliminar da seleção de estudantes do Curso de Licenciatura em Computação para realização de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório junto ao Campus Santo Augusto, conforme edital 23/2017.

Edital nº 32/2017 - Homologação das inscrições da seleção dos auxílios estudantis 2017

Foi realizado na noite dessa terça-feira, dia 28, no auditório do IFFar- Campus Santo Augusto, o primeiro encontro do projeto de Extensão “Cinema Nacional como Metodologia para a Educação Básica: Encontros Educacionais”. Trata-se de um curso de atualização para professores da educação básica, no qual pretende-se criar um espaço interativo, que possibilite discutir filmes nacionais, na perspectiva da (re)significação conceitual dos conteúdos escolares.

O evento contou com a participação Diretora de Pesquisa, Extensão e Produção do campus, Joseana Severo, da representante da 21ª CRE de Três Passos, Sirlei Voos, da representante da SMEC de Santo Augusto, Zaira Rotilli, de professores da rede estadual e municipal de Santo Augusto, bem como alunos e egressos das Licenciaturas e especializações do IFFar – Campus Santo Augusto.

Na ocasião, foi apresentado o cronograma dos encontros a serem realizados ao longo do ano, bem como os filmes que serão exibidos e discutidos. Será realizado um encontro por mês, iniciando já na próxima semana, dia 06 de abril, com a exibição do filme com temática indígena, “Terra Vermelha”. Também será criado um blog, para que os professores possam interagir com a equipe executora e entre professores de diferentes escolas para discutir e socializar as ações em desenvolvimento nas suas escolas.

Após a abertura, a professora de artes, Téoura Benetti, ministrou a palestra “Possibilidades de trabalho com o cinema na escola: um olhar para além dos conteúdos”. Em sua fala a professora falou da possibilidade de ampliação do espectro da formação cultural que a exibição de filmes pode proporcionar, bem como a oportunidade de acesso ao cinema não contemplado na TV aberta, e produções diferenciadas daquelas de cunho meramente comercial. “Para além da dimensão dos conteúdos, os assuntos, as temáticas exploradas pelo filme, está a utilização da linguagem audiovisual para um fim comum, a comunicação; e  a grande questão do trabalho com o cinema nas escola seria como podemos tornar essas linguagens mais íntimas a ponto de podermos nos expressar sobre elas e através delas?”. 

Segundo a coordenadora do projeto, Clarinês Hames, a utilização de diversas tecnologias tem contribuído para ampliar o local de aprendizagem e o acesso ao conhecimento e informação. Nessa perspectiva, o cinema se consolida como um forte elemento politizador, que deve ser aproveitado na escola como uma metodologia capaz de contribuir para a implementação da interdisciplinaridade, sempre pretendida nas ações pedagógicas e necessárias para a formação integral dos estudantes. Além disso, a Lei Brasileira nº 13.006/2014, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, acrescenta o § 8o ao artigo 26 da Lei 9.394/96, torna obrigatória a exibição de filmes de produção nacional nas escolas de educação básica. Por isso é importante sensibilizar e instrumentalizar os professores para que se tenha os resultados esperados nessa modalidade de interação pedagógica.

A principal proposta do projeto é discutir as mais diferentes temáticas, partindo do filme proposto. Também será desenvolvido um trabalho de apresentação e conhecimento do cinema brasileiro, que sofre os mais diversos tipos de preconceito, sendo necessário mostrar para professores e alunos que o cinema nacional oferece um grande repertório de boas obras e interessantes temáticas para serem desenvolvidas na escola. Outro fator importante é a ausência de cinemas em nossa região.

A equipe executora é multidisciplinar, sendo constituída por professores de diversas áreas do conhecimento sendo eles: Coordenadora, Clarinês Hames – biologia; Coordenadora adjunta, Leidi Daiana Preichardt – alimentos; Edevandro Sabino – língua portuguesa, Ricardo Correa –sociologia, Téoura Benetti – artes, Cláudia Alves dos Santos – geografia; Dirceu Adolfo Dirk – história, Marcia Rosmann - pedagogia, Dhieimy Quelem Waltrich - direito, Sérgio Reni Tiecher – informática; Leonardo Matheus Pagani Benvenutti – Técnico em TI; Laura Teresa Müllher – aluna de Licenciatura em Ciências Biológicas bolsista do projeto; Uianes Luiz Rockenbach Biondo – Aluno de Licenciatura em Computação Bolsista do Projeto.

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