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O IFFar – Campus Santa Rosa realizou na noite desta segunda-feira, 27 de fevereiro, às 19h, na Sala de Reuniões, a solenidade de Colação de Grau em Gabinete da acadêmica da Licenciatura em Ciências Biológicas, Joana Tatiele de Carvalho, e da acadêmica da Licenciatura em Matemática, Angélica Maria De Gasperi.

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O ato foi presidido pela diretora-geral, Analice Marchezan, e secretariado pelo Coordenador de Registros Acadêmicos, Delmar José Lorscheiter. O momento contou com a presença da Coordenadora do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, professora Luciane Carvalho Oleques, da Coordenadora da Licenciatura em Matemática, professora Lucilaine Goin Abitante, e da professora do mesmo curso, Daiani Finatto Bianchini.

As licenciadas solicitaram a formatura antecipada, em virtude do ingresso em programas de Mestrado e Especialização.

Desejamos sucesso às concluintes!

 

O IFFar – Campus Santa Rosa, através do Núcleo de Relações Internacionais do IFFar (NAI), abriu inscrições para o curso gratuito presencial de Espanhol básico. As inscrições vão até 5 de março. Podem participar alunos e servidores do IFFar e comunidade externa.

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O curso de espanhol é oferecido no nível um.  As 20 vagas ofertadas serão todas destinadas a seleção por sorteio eletrônico.

As inscrições, assim como o curso, são 100% gratuitas. Elas devem ser feitas pela internet, por meio do preenchimento de um formulário eletrônico disponível neste link. Além disso, é importante que os estudantes interessados nos cursos leiam o Edital nº 053/2023, que rege a seleção e traz todas as informações necessárias para a participação.

O curso é presencial, tem duração de 40h e a previsão de início é dia 22 de março de 2022. As aulas acontecem às quartas-feiras, das 12h30 às 14h, e será ministrado pela professora Tanea Nonemacher.

O sorteio das vagas ocorre no dia 9 de março, às 14h. O resultado final será publicado no site do IFFar no dia 14 de março. O cronograma completo da seleção também está disponível no Edital nº 053/2023.

Outros campi do IFFar também abriram inscrições para cursos gratuitos presenciais de Inglês e Espanhol básicos. Saiba mais no Edital nº 053/2023.

 

Para marcar o início dos Estágios Curriculares Supervisionados do curso de Licenciatura em Matemática do IFFar Campus Santa Rosa, foi realizada, na noite de ontem (22/02), uma atividade de acolhimento aos alunos das turmas do 5º e 7º semestres intitulada "Café com Ideias". A aula diferenciada foi organizada pelas professoras Mariele Josiane Fuchs, Daiani Finatto Bianchini e  Angelita Perin. Embasada na metodologia "World Café", a aula contou com um processo criativo que visava gerar e fomentar diálogos entre os licenciandos, criando uma rede viva de diálogo colaborativo.

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Segundo a professora Mariele Fuchs, a ideia partiu do pressuposto, segundo Paulo Freire, de que "...ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria". Os licenciandos foram instigados a refletirem sobre aspectos intrínsecos à docência, mediante um processo formativo prazeroso e dinâmico. 

Confira alguns registros da atividade, para a qual as professoras caracterizaram-se de Chefes de Cozinha.

 

 

Dois projetos de pesquisa e extensão coordenados pela professora Rubia Emmel do IFFar – Campus Santa Rosa promovem diálogos sobre Gênero e Violência Sexual em escolas de educação básica. Saiba mais sobre os projetos.

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Foto: professora Rúbia Emmel, a ex-aluna do IFFar, Luana Strelow, e a atual aluna Milene Vieira (da esq. para dir.)

Desde 2016, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências é comemorado em 11 de fevereiro. A data foi estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para dar visibilidade e estimular a pesquisa científica desenvolvida por mulheres

Para marcar a data no IFFar, conversamos com a professora Rubia Emmel e duas estudantes integrantes de dois projetos de pesquisa e extensão que se relacionam e levam discussões sobre Gênero e Violência Sexual a escolas de educação básica.

A professora Rubia Emmel é coordenadora dos dois projetos. O de extensão é intitulado "Jogos Reflexivos: promovendo diálogos sobre Gênero e Violência Sexual em Escolas de Educação Básica". Através deste projeto, estudantes de licenciatura do Campus Santa Rosa discutem questões envolvendo gênero e violência sexual com crianças e adolescentes de escolas públicas através de uma abordagem lúdica, envolvendo jogos de trilha.

Jogos de trilha são aqueles que envolvem peões se movimentando em um tabuleiro a partir do lançamento de dados - semelhante ao que ocorre em jogos tradicionais como Banco Imobiliário e Jogo da Vida. Ao movimentarem-se pelo tabuleiro, os participantes do jogo compram cartas que trazem temas para serem discutidos entre alunos, professores e professores em formação.

As reflexões partem já da escolha dos peões utilizados para se movimentar no jogo. Também denominados avatares por representarem os jogadores no tabuleiro, eles trazem imagens de mulheres que fazem parte da história, como empreendedoras, pintoras e cientistas.

As cartas compradas podem ser de três tipos: vermelhas, com dados e informações negativas; verdes, com informações positivas; e amarelas, com assuntos que trazem questões para se pensar. Os assuntos trazidos nas cartas envolvem diversos temas, como questões de gênero e identidade sexual, violência contra a mulher, educação sexual, informações sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), entre outras.

A professora Rubia Emmel explicou que o jogo é uma forma de atrair o interesse e estimular o diálogo com os estudantes do ensino fundamental. Ela contou que os alunos gostam muito de participar do jogo. Em atividades que envolvem outros projetos de extensão, esse é, de acordo com a professora, um dos preferidos pelos estudantes.

"Às vezes tem desconhecimento, às vezes tem vergonha de falar sobre certos temas, mas eles gostam de jogar. Quando vem para os projetos de extensão, esse, do jogo, é o que mais gostam. Eles gostam de jogar, cada um do seu modo. Eles vêm de um universo que tem muita informação incorreta. Trazer informações de forma mais correta é importante", explicou a professora Rubia Emmel. Ela também contou que as discussões são conectadas com outros temas, como músicas tradicionalistas, que muitas vezes trazem machismo nas letras.

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Foto: projeto de extensão da professora Rubia Emmel sendo aplicado em sala de aula

O projeto de extensão surgiu da percepção da necessidade de se tratar esses temas nas escolas. Nesse sentido, foi importante a parceria com um órgão de Santa Rosa que lida com casos de violência e abuso sexual infantil, que diagnosticou essa necessidade.

Outro ponto de partida foi o projeto de pesquisa também coordenado pela professora Rubia Emmel intitulado "As concepções de Corpo, Gênero e Violência Sexual de Crianças e Adolescentes na Educação Básica". O projeto vem sendo realizado há três anos e procura entender a concepção dos estudantes sobre as questões de gênero, corpo e sexualidade.

Através de pesquisas documentais envolvendo políticas públicas e legislações e pesquisas de campo, o projeto busca extrair temas relevantes que possam ser debatidos com estudantes das licenciaturas do IFFar. Assim, eles poderão trabalhar esses assuntos junto aos alunos da educação básica. De acordo com a professora Rubia Emmel, essas pesquisas trazem novas possibilidades de análise e novos olhares. Esses dados também alimentam as discussões realizadas através do projeto de extensão.

O interesse nos projetos não vem apenas dos alunos que participam dos jogos. A professora Rubia Emmel explicou que os professores e coordenadores também apreciam as ações e buscam o projeto, perguntando se ele será realizado e pedindo o desenvolvimento dele em suas escolas.

Milene Cabral Vieira, estudante do 5º semestre da licenciatura em Ciências Biológicas do IFFar – Campus Santa Rosa, é uma das participantes dos projetos. Ela contou um pouco mais sobre a participação dos alunos das escolas nas discussões promovidas pelo projeto de extensão. Ela relatou o caso de uma menina que, através do jogo, conseguiu falar tranquilamente sobre o assunto.

"No começo, muitas têm receio de falar porque têm vergonha. Com o jogo, elas começam a se abrir mais". Ela disse que, com o projeto, as meninas aprendem, por exemplo, o que é abuso. As estudantes acabam relatando situações que parecem normalizadas e conseguem enxergar os problemas, como a questão das roupas, por exemplo. "Cada uma tem o direito de usar o que quer. Se sentem culpadas, mas aprendem que não são. Também vão surgindo novos temas, coisas surpreendentes, diferentes olhares".

Milene integra os projetos desde 2021. Ela também destacou o fato de o projeto preparar futuros professores para lidar com o tema e ampliar a discussão, para além das questões técnicas e fisiológicas. "Uma hora as questões vão aparecer e os alunos vão buscar os professores de biologia. É importante o professor ter a postura de não trazer o conteúdo apenas de forma biológica, fisiológica, higienista. Tem muito tabu em relação ao tema. Muitos professores querem passar apenas o que está no livro didático".

Luana Berro Strelow é hoje estudante do 3º semestre do curso de Biologia da UFSM. No entanto, ela integrou o projeto de pesquisa da professora Rubia Emmel quando ainda fazia o ensino médio no IFFar, entre 2020 e 2022. Ela também comentou sobre a possibilidade de ampliar as discussões envolvendo corpo, gênero e sexualidade através da pesquisa.

"É importante não trazer o assunto apenas de forma técnica, fisiológica. Tem que contextualizar com a questão social. O que é corpo? O que é sexualidade? O que é ser homem, ser mulher? A questão da identidade de gênero: como você se identifica? Como funciona a questão social do corpo? O que costumes, roupas e acessórios falam sobre mim? Acreditamos que trabalhando desse jeito conseguimos inclusive fazer os alunos se respeitarem mais na sala de aula", explicou Luana.

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Foto: detalhe do tabuleiro do jogo elaborado pelo projeto de extensão

Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências

Milene Vieira e Luana Strelow também comentaram sobre a importância da realização da pesquisa em seus percursos formativos no IFFar. Luana contou que entrou no projeto a convite de um professor, durante o curso técnico integrado ao ensino médio que realizava no Campus Santa Rosa. Com a participação no projeto, a estudante passou a pesquisar um tema sobre o qual ainda não tinha parado para pensar.

Como parte do projeto, ela realizou um curso da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) sobre o tema. Além do conhecimento adquirido, Luana aprendeu que podia fazer ciência e escrever artigos acadêmicos. "É importante começar já na educação básica, na iniciação científica. Eu não imaginava seguir na área das Ciências Biológicas. Através da ciência, me apaixonei pela área".

Hoje aluna da UFSM, Luana pretende seguir trabalhando tanto na licenciatura quanto com pesquisa. Agora seu interesse se dirige mais para a área das ciências aplicadas – na Universidade, ela trabalha na área da genética. A estudante ressalta, no entanto, a necessidade de enxergar que "Ensino faz pesquisa, que também existe pesquisa na área da Educação".

Luana também relatou que a pesquisa realizada durante o ensino médio a colocou um passo à frente em relação aos seus colegas de graduação. "Os estudantes acabam entrando muito imaturos na faculdade. Precisam começar a fazer esse trabalho de se enxergarem como professores. É um trabalho um pouco complicado. Mas a participação no projeto me coloca um passo à frente em relação a outros colegas que não tiveram o mesmo acesso".

Em relação a participação de mulheres e meninas na ciência, Luana acha que elas ainda são minoria. "Enquanto mais subimos na pesquisa, menos mulheres vemos. Tem também a questão da maternidade, que dificulta estar sempre disponível para a ciência. Acredito que precisamos falar sobre o espaço das mulheres na ciência, para que tenhamos exemplo".

Milene Vieira também falou sobre a importância dos exemplos. "Na escola, não escutamos professores falando sobre mulheres cientistas. Foi quando entrei na graduação, no IFFar, que vi que elas também fazem ciência. Ao longo do ensino médio, nunca ouvi falar".

Quando entrou na faculdade, Milene "não fazia ideia" do que era pesquisa e extensão. Ela já tinha interesse nos temas que hoje pesquisa, e passou a integrar os projetos a partir do convite de uma colega que era integrante. "Achava que pesquisa era uma coisa difícil de alcançar. A minha ideia de pesquisador era a pessoa no laboratório de jaleco. Como mulher, fazer parte da pesquisa é muito importante".

Mulheres cientistas no IFFar

O Instituto Federal Farroupilha tem hoje 136 projetos de pesquisa cadastrados em seu sistema. Desses, 64 são coordenados por mulheres servidoras da instituição. Além disso, dos Núcleos de Inovação de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITs) existentes em cada um dos campi do IFFar, nove são coordenados por mulheres.

Embora não haja ações específicas para o incentivo de mulheres na ciência na instituição, os editais de pesquisa incluem extensão de prazo em um ano para avaliação das produções acadêmicas de pesquisadoras que estejam em licença maternidade. Com isso, busca-se a garantia de maior igualdade para as mulheres nos processos de seleção para concessão de recursos e bolsas.

Saiba mais

Conheça dois projetos de pesquisa do IFFar coordenado por mulheres (texto publicado em 2022)

Secom

O IFFar – Campus Santa Rosa realizará processo seletivo complementar destinado ao curso Técnico em Alimentos – modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) integrado ao Ensino Médio. Pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, que tenham o ensino fundamental completo, podem participar.

O curso é gratuito, tem duração de 3 anos e se destina a quem não possui o Ensino Médio completo. As aulas serão no turno da noite, a partir do primeiro semestre de 2023, e dará ao estudante uma formação geral com o Ensino Médio e uma formação técnica na área de alimentos e bebidas.

A seleção será por chamada oral, que ocorrerá no dia 1º de março, às 19h30min, na Secretaria do IFFar – Campus Santa Rosa. Os interessados devem levar consigo neste dia, a seguinte documentação:
Carteira de identidade ▪ CPF. ▪ Comprovante de residência (conta de luz, água, aluguel ou telefone). ▪ Certidão de nascimento ou certidão de casamento. ▪ Certificado de conclusão e histórico escolar do ensino fundamental ou estudos equivalentes.

O candidato que não puder comparecer à chamada oral poderá indicar um representante legal, que deverá possuir uma procuração simples (modelo disponível no edital em anexo), sem necessidade de registro em cartório.

Informações pelo tel.: 55 2013 0201 ou 2013 0241

Acesse o edital nº 26/2023 para todas as informações.

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Foto: Aluna do curso Técnico em Alimentos EJA em aula prática no laboratório.

A DIRETORA GERAL DO CAMPUS SANTA ROSA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA (IFFar), no uso de suas atribuições, torna público o Processo Seletivo Complementar para Preenchimento de Vagas Remanescentes no Curso Técnico em Alimentos, de Nível Médio EJA/EPT (PROEJA) - (Educação de Jovens e Adultos integrada à Educação Profissional e Tecnológica), do IFFar – Campus Santa Rosa, para ingresso no início do ano letivo de 2023.

No dia 15 de fevereiro de 2023, iniciaram as aulas no IFFar – Campus Santa Rosa. Os novos estudantes dos cursos Técnicos em Edificações, Móveis e Mecatrônica modalidade Integrado ao Ensino Médio, e os que já estudam na instituição, foram recepcionados no Ginásio pela equipe da Assistência Estudantil. Houve apresentação dos servidores, apresentação musical e atividades recreativas organizadas pelo Grêmio Estudantil, além da entrega de lanche especial de boas-vindas.

À noite, os estudantes veteranos dos cursos superiores, os ingressantes e veteranos dos cursos Técnicos em Eletromecânica e Técnico em Alimentos EJA/EPT. A acolhida aconteceu no Auditório, com apresentação musical dos servidores Gian Calliari, Antônio Miragem e Márcio Coutinho.

Os estudantes ingressantes nos cursos superiores iniciarão as aulas após a confirmação de vaga da 1ª chamada do processo seletivo, em data a ser definida, mediante fechamento das turmas.

No IFFar – Campus Santa Rosa, as aulas de todos os cursos acontecem nos seguintes turnos:

Manhã: das 07:30 às 11:55
Tarde: das 13:30 às 17:05
Noite: das 19 às 22:35

Confira alguns registros da abertura do Ano Letivo 2023 e a recepção dos estudantes:

A DIRETORA GERAL DO CAMPUS SANTA ROSA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA (IFFar), no uso de suas atribuições, torna pública a relação de estudantes contemplados com auxílios da Assistência Estudantil em 2022 e que estão aptos à renovação em 2023.

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Nota de Pesar

É com pesar que comunicamos o falecimento do egresso Magnus Zarinski, ocorrido na madrugada de hoje (13/02), em Jaguarúna/SC. 

Magnus era egresso do Curso Técnico em Meio Ambiente. 

O IFFar lamenta o ocorrido e se solidariza com os familiares e amigos neste momento de dor.

Especialização em Gestão da Qualidade e Novas Tendências em Alimentos é ofertada por duas unidades do IFFar e é 100% a distância.

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Nesta segunda-feira (13), o IFFar abre as inscrições para a Especialização a distância em Gestão da Qualidade e Novas Tendências em Alimentos. O curso é ofertado pelos campi/polos EaD Santa Rosa e Santo Augusto. Todas as informações sobre o processo seletivo estão no edital nº 439/2022.

As inscrições são gratuitas e online, do dia 13 ao dia 28 de fevereiro, mediante preenchimento de formulário e envio de documentos. A seleção de candidatos (as) será por sorteio eletrônico.

Cada polo do IFFar oferta 30 vagas, sendo 27 para a ampla concorrência; 1 para Pessoas com Deficiência (PcD); 1 para autodeclarados negros; e 1 para indígenas. Os requisitos para inscrição e participação nas cotas estão listados no edital.

Após a publicação do resultado final, o candidato ou a candidata deverá confirmar a vaga por meio do envio do formulário de matrícula (anexo IV do edital) para o e-mail da coordenação do curso, conforme cronograma.

O início das aulas será em abril. O curso é 100% gratuito, assim como todos os cursos do IFFar.

Saiba mais no edital nº 439/2022 e no documento em anexo.

Secom

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