IFFar oferece curso online de Letramento Racial, de Gênero e Anticapacitista
As inscrições para o curso de Letramento Racial, de Gênero e Anticapacitista do IFFar terminam nesta sexta-feira, 15 de maio. A formação é gratuita, aberta a todos os servidores interessados no tema e pode ser realizada de forma 100% online.
Foto: banco de imagens/Secom
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O curso de Letramento Racial, de Gênero e Anticapacitista é promovido pela Coordenação de Ações Afirmativas (CAA) e pela Coordenação de Atendimento à Pessoa com Necessidades Educacionais Específicas (Capne) da Reitoria do IFFar.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, neste link. A participação é aberta a todos os servidores do IFFar. Também podem participar trabalhadores terceirizados, estagiários, bolsistas e membros das comissões de heteroidentificação e de análise documental de candidaturas indígenas e quilombolas.
A inscrição pode ser realizada em duas modalidades: uma totalmente online e outra com participação no encontro presencial de encerramento do curso, a ser realizado na Reitoria do IFFar, em Santa Maria. Coordenações do CAA e Capne e presidência dos Núcleos (Nugedis, Neabis e Napnes) terão as suas diárias para participação presencial custeadas pela Reitoria.
A formação ocorre por meio de cinco encontros síncronos online e um encerramento presencial opcional. As aulas acontecem de maio a novembro de 2026, de acordo com o seguinte programa:
- Interseccionalidade de raça, gênero e capacidade (online síncrono);
- Letramento Racial (online síncrono);
- Letramento de Gênero (online síncrono);
- Letramento Anticapacitista (online síncrono);
- Ações afirmativas e inclusivas (online síncrono);
- Celebração da colheita (encerramento presencial).
O curso aborda as principais questões envolvidas com temáticas étnico-raciais, de gênero e anticapacitista, tais como as estruturas sociais racistas, capacitistas e sexistas e as formas de enfrentamento; a relação entre linguagem e racismo, discutindo como coisas ditas e escritas podem contribuir para a perpetuação do racismo no cotidiano; o conceito e a desigualdade de gênero; entre outros.
De acordo com os organizadores da formação, “promover reflexões críticas sobre essas estruturas contribui para o reconhecimento de práticas discriminatórias ainda presentes no cotidiano e para o fortalecimento de estratégias de enfrentamento”.
Secom – com informações da CAA
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