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Aconteceu ontem, dia 26, nos turnos tarde e noite, um momento de reflexão, aprendizagem e conhecimento da cultura indígena no IF Farroupilha Campus Alegrete. Em alusão à Semana da Consciência Indígena, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) promovou a "Palestra Cultura e Diversidade Indígena", no Auditório Central, com a presença de três indígenas vindos de Santa Maria. Os indígenas Carlos, formado em Agronomia, e os acadêmicos Mirian (Odontologia) e Rodrigo (Direito) puderam relatar e debater com os presentes as vivências nas suas comunidades, o cotidiano na universidade e suas culturas Kaingang e Guarani.

Momentos como esse "colaboram na formação de alunos mais conscientes e, acima de tudo, cidadãos que contribuirão na sociedade na qual vivem e agem", comenta Márcio Sônego, coordenador do Núcleo de Ações Inclusivas.

O NEABI e CAI agradecem a colaboração de todos os envolvidos, pois o trabalho é construído no coletivo: ao colega Diego Severo que fez o contato com os indígenas e se prontificou em buscá-los, Direção Geral, CGE, DE e ao setor de transportes.

Publicado em Notícias Alegrete

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  • 27/04/16
  • 11h53

       Artesanato com palha, papel, madeira, penas e linhas; uma alimentação bem peculiar, à base de frutas, raízes e milho, e uma medicina natural conhecida por todos nós.

       Esses e outros elementos, juntamente com informações a respeito das tribos, estão dispostos na Mostra Indígena “Índios do Rio Grande do Sul”, montada pelo NEABI – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, no saguão principal do Campus Santo Augusto.

       A exposição mostra o histórico dos indígenas do Estado, enfatizando os principais povos que situam-se perto de Santo Augusto: os Kaingang e os Guaranis Mbyá; e faz parte de um plano de ações que o NEABI está desenvolvendo sobre a cultura indígena, incluindo, posteriormente, documentários, filmes e debates.

       O NEABI é um Núcleo da CAI (Coordenação de Ações Inclusivas), e é voltado ao direcionamento de estudos e ações para as questões étnico-raciais. Seu principal objetivo é a busca da valorização da cultura desses povos, através da formação de servidores em educação e discentes.

       Atualmente, o Núcleo é constituído pelos seguintes servidores: Débora Cristina Speroni Philippsen, Leônidas Luiz Rubiano de Assunção, Sirineu Sicheski, Teoura Benetti e Verônica Wegner.

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  • 26/04/16
  • 10h14

O Instituto Federal Farroupilha Campus Santo Ângelo, por meio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI), realizou uma palestra com o Cacique Anildo, da aldeia guarani Tekoa Pyau. A atividade faz referência ao dia do índio, comemorado no dia 19 de abril. Participaram da atividade os alunos ingressantes dos cursos diurnos. Na oportunidade, o Cacique Anildo falou sobre a sua cultura, seus ritos, sobre a relação com a natureza e com a sociedade.

Para ampliar este debate, uma série de outras atividades continuarão a ser desenvolvidas em sala de aula, utilizando diversos recursos como: textos (leitura e produção) músicas, vídeos, documentários.

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  • 25/04/16
  • 20h23

O Núcleo de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas (NEABI) tem a honra de convidá-los para participar da atividade alusiva à Semana da Consciência Indígena 2016, conforme cronograma:

 
26 de Abril - 15:00  
 
Palestra "Cultura e Diversidade"
 
Indígenas convidados:  Carlos Silva da Costa - Agrônomo - UFSM - Kaingang;
                                     Mirian Gatén Vergueiro - Estudante de Odontologia da UFSM - Kaingang;
                                     Rodrigo Mariano - Estudante de Direito da UFSM - Guarani.
Local: Auditório Central
 
A DIreção do Campus e o NEABI agradecem desde já pela presença de todos!
 
Estão convidados comunidade acadêmica e externa ao Campus. 
 
 
 
 

Publicado em Notícias Alegrete

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  • 19/04/16
  • 10h18

Na quinzena em que se comemora o Dia do Índio (19 de abril), o Campus Panambi do IF Farroupilha recebe a exposição itinerante “Pluralidade: Comunidades Indígenas no Noroeste do RS”, do Museu Antropológico Diretor Pestana, da Unijuí.

Entre os dias 18 e 29 de abril a comunidade local está convidada a prestigiar a exposição, que está organizada ao longo do andar térreo do Campus. A visita é autoguiada e, ao longo de mais de 40 imagens, a exposição aborda a efetiva contribuição dos diversos grupos étnicos no processo de formação social, econômica e cultural do Noroeste do Rio Grande do Sul, suscitando uma reflexão sobre a diversidade cultural sul-rio-grandense.

A iniciativa é do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas (NEABI) do Campus, ligado à Coordenação de Ações Inclusivas. O núcleo trata também, em suas ações desenvolvidas ao longo do ano, das formas para incentivar a efetiva aplicação da Lei 11.465/2008 – que inclui a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena no currículo oficial da rede de ensino.

A visitação está aberta à comunidade, de segundas à sextas-feiras, das 8h30min às 20h, entre 18 e 29 de Abril.

Publicado em Notícias Panambi

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  • 18/04/16
  • 10h05

Ontem, dia 23, a CAI - Coordenação de Ações Inclusivas e o NEABI - Núcleo de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas do IF Farroupilha Campus Alegrete foram presenteados pelo colega Aires Dornelles e sua esposa, Anelise Dornelles, com uma confecção da Boneca Abayomi, produção do casal.

O Campus Alegrete deseja parabéns pelo belo trabalho, pois a história das bonecas Abayomi é muito interessante, um símbolo de resistência, tradição e poder das mulheres negras, desde a época da escravidão. Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros - navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil - as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa "encontro precioso", em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim. Sem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. Fique ligado. Em breve, a CAI fará uma oficina sobre o tema.

Márcio Sônego, via Ascom - Campus Alegrete

Publicado em Notícias Alegrete

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  • 31/03/16
  • 11h33
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