Ir direto para menu de acessibilidade.

Tradução Portal

ptendeites

Opções de acessibilidade

Página inicial > campus jaguari
Início do conteúdo da página

IFFar

No dia 17 de agosto, foi realizada a terceira edição do Simpósio de Educação e Ciências do IFFar Campus Jaguari (IIISEC). O objetivo do evento foi oportunizar um espaço para exposição, apresentação e discussão de trabalhos, estudos e projetos elaborados por estudantes e servidores do Instituto Federal Farroupilha e demais instituições de ensino, que tenham empreendido ações desenvolvidas no campo do Ensino, da Pesquisa & Inovação, da Extensão e do Desenvolvimento Institucional.

Além do público interno, o evento contou com a participação de estudantes de outros campi do IFFar e de outras instituições de ensino da região Sul do Brasil. Foram expostos 43 trabalhos, distribuídos entre apresentações orais, pôsteres e produtos/maquetes. As atividades do dia contaram, ainda, com oficinas e palestras temáticas em diversas áreas do conhecimento.

No encerramento das atividades houve a premiação dos trabalhos que se destacaram nas categorias “pôster” e “produto/maquete” e a apresentação da banda formada por servidores do Campus Jaguari. 

Publicado em Notícias Jaguari

Leia mais...

  • 22/08/18
  • 11h06

No dia 25 de junho, alunos e servidores do IFFar - Campus Jaguari prestaram uma bela e emocionante homenagem ao professor Leonardo Garcia Monte, falecido num acidente de trânsito no dia 23 de junho.

"Leo", como era conhecido e chamado por todos, era docente do campus há 2 anos, da área de Biologia, tendo sido coordenador do curso de Licenciatura em Educação do Campo - Ciências da Natureza. Admirado por alunos e colegas, Leonardo era uma pessoa muito querida, que cativava a todos com sua humildade e generosidade. Todos sentiram demasiadamente sua partida tão precoce.

Os alunos da turma da LEDOC - CN 2 fizeram uma placa e uma carta de despedida ao professor.

O professor Ricardo Antônio Rodrigues, em parceria com outros servidores, compôs duas músicas para homenagear o colega. Ambas foram tocadas durante o evento, causando muita comoção aos presentes.

Os alunos do terceiro ano do curso técnico em Sistemas de Energia Renovável apresentaram um vídeo com imagens do professor em diversos momentos, especialmente tocando bateria junto ao grupo musical formado por servidores e alunos do campus.

Após as homenagens, vários servidores se manifestaram a respeito do colega Leonardo, muito emocionados.

Laila Ahmad, relatou que o grande mistério da vida é que a gente NUNCA sabe quando será o último dia e que será difícil, quase impossível, retomar a vida no campus sem a presença do colega e amigo, o qual sempre a recebia com um sorriso no rosto.

Segue a letra de umas das músicas compostas em homenagem ao professor Leonardo:

 

Bate forte a batera

 

Letra: Ricardo A. Rodrigues

Música: Anderson Fetter, Eusébio Paim, Ivan Schwan, Jordan Zucuni, Juan Frighetto e Ricardo A. Rodrigues

 

A vida é apenas um toque

É baqueta no ar

É compasso, ritmo frágil

Sempre a passar

 

Melodia do abraço sincero

Alegria do filho ao ver o pai chegar.

É ternura no sorriso fácil

Da amizade que não se desfaz

O que é o tempo pra unir a distância

A tua luz continua sempre a brilhar

 

Bate forte a batera amigo, estamos aqui

Esperando o ritmo certo para prosseguir

O que é o tempo pra quem tem amigos

Tua alma em nosso peito vai existir

 

Os amigos são caros e raros

És um deles e sempre vai ser

Seu jeito simples em tudo

ensinou a lição de viver

 

Nossas festas e nossas risadas

pelo mundo irão ressoar

Se o destino agora te afasta,

a gente vai se encontrar

 

Conversar sobre qual é a situação?

E como a vida está?

Pois amigos são eternos irmãos

Em nosso meio pra sempre estarás

 

Bate forte a batera amigo, estamos aqui

Esperando o ritmo certo para prosseguir

O que é o tempo pra quem tem amigos

Tua alma em nosso peito vai existir 

Publicado em Notícias Jaguari

Leia mais...

  • 25/07/18
  • 11h41

Na segunda-feira, dia 02 de julho, os alunos dos terceiros anos dos cursos técnicos participaram de uma oficina promovida pelo projeto de ensino Roda de Saúde. A odontóloga Fernanda e técnica em assuntos educacionais Cristina conversaram sobre quais atitudes e hábitos são necessários adotar para ter sucesso no futuro profissional. 

Publicado em Notícias Jaguari

Leia mais...

  • 12/07/18
  • 11h14
O prazo para submissão de trabalhos no III SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS (III SEC) do IFFar Campus Jaguari será até o dia 08 de julho de 2018.
O SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS (SEC) é um evento promovido pelo IFFar Campus Jaguari e definido no calendário escolar. O evento é aberto ao público interno e externo e contempla pesquisadores, estudantes, docentes e técnicos administrativos das diferentes áreas do conhecimento.
O SEC tem como objetivo geral oportunizar um espaço para exposição, apresentação e discussão de trabalhos, estudos e projetos elaborados por estudantes e servidores do Instituto Federal Farroupilha e demais instituições de ensino, que tenham empreendido ações desenvolvidas no campo do Ensino, da Pesquisa & Inovação, da Extensão e do Desenvolvimento Institucional.
O evento ocorrerá no dia 17 de agosto de 2018, no campus Jaguari.

As inscrições e submissões de trabalhos deverão ser realizadas até o dia 08 de julho de 2018, no sistema eletrônico de inscrições, disponível no site:

http://conferencias.iffarroupilha.edu.br/index.php/jaguari/IIISEC/index

Após este período, os interessados poderão inscrever-se apenas na modalidade de Ouvinte.

O regulamento, a programação e demais informações sobre o evento podem ser acessadas no mesmo sítio eletrônico das inscrições. 


Publicado em Notícias Jaguari

Leia mais...

  • 03/07/18
  • 14h21

Como no dia 08 de julho se comemora o Dia Nacional do Pesquisador, entrevistamos o professor Vantoir para conversarmos sobre pesquisa e como se tornou pesquisador.

Por que fazer pesquisa?

Vantoir: Bem, é preciso situar que estamos fazendo pesquisa em um lugar específico, qual seja um Instituto Federal de Educação. Essa demarcação é bem importante, uma vez que entendemos a pesquisa como um espaço de empoderamento, um espaço que torna nossos estudantes/professores/pesquisadores autores/produtores de conhecimentos. Isso não é algo simples e trivial.

 Se você me perguntasse por que estou trabalhando num Instituto Federal, eu diria que é porque há mais ou menos 16 anos atrás a professora Valeska Fortes de Oliveira me convidou a participar de seu grupo de pesquisa (GEPEIS), convite que fez com que eu me constituísse no profissional que sou hoje. Se não fosse esse “momento charneira” em minha vida tudo teria sido diferente.

No GEPEIS e no MAGMA (o grupo de pesquisa que Coordeno, juntamente com a Professora Neiva Auler e uma equipe interdisciplinar) trabalhamos à luz do Imaginário Social de Cornélius Castoriadis, tentando compreender os sentidos e significados que têm movimentado ou não a sociedade contemporânea. Nela estão inseridas a educação, a docência e a formação docente.

Então, por que fazer pesquisa? Faço pesquisa porque amo a docência. Contraditório? Na minha opinião, não. A pesquisa fortalece e aguça o professor a pesquisar seu cotidiano, o seu fazer, as suas práticas. Faz com que ele esteja atento e busque não cair na repetição, além de permitir a reflexão sobre a prática. Em alguns momentos, tenho a impressão que não vemos o potencial dos nossos estudantes. A pesquisa tem me ajudado a mostrar para os alunos, com os quais trabalho, que eles podem muito mais do que eles mesmos acreditam. É lindo ver nossos estudantes se descobrindo, aprendendo a escrever, apresentar um trabalho num evento, produzir um artigo.

Enfim, a pesquisa empodera, lapida, impulsiona. Faço pesquisa porque a pesquisa me constituiu, fiz minha formação toda em uma universidade pública e ainda gratuita, é meu dever moral retribuir com a sociedade com o que recebi e é isso que tentamos fazer em nosso grupo de pesquisa. Ao trabalhar com os estudantes vimos materializar-se algo próximo à metáfora da lapidação do diamante. O detalhe é que o ourives é o próprio sujeito, nós o ajudamos, mas é ele que precisa fazer o trabalho de reconhecimento sobre si mesmo e rumar em busca da evolução. Esse é o nosso papel – ajudar os estudantes a crescerem – e esse processo também é de aprendizagem para nós.

Se os estudantes me perguntassem por onde começar eu diria: lendo, estudando e escrevendo e começaria indicando 3 livros:

  1. 1. “ Histórias impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores” de Efrain Rodrigues;
  2. 2. “Orientação de dissertações e teses – em que consiste” de Sueli Mazzili; e
  3. 3. “A arte de reduzir as cabeças” de Dany-Roberto Dufour.

Me parece que às vezes precisamos fortalecer a pesquisa em nossa instituição; e fortalecer a pesquisa é qualificar a formação dos estudantes e dos servidores. Isso não é custo, isso é investimento. Nesse sentido, precisamos de espaço físico, políticas institucionais e muita força de vontade para que nos motivemos e motivemos outras pessoas. Às vezes, tenho impressão que esquecemos da essência de nossa instituição, a qual deve comprometer-se com uma gestão colegiada, democrática e partilhada. Esse ideário é muito bonito de dizer, entretanto, difícil de fazer. Precisamos criar espaços/tempos de fortalecimento da instituição para constantemente retomarmos os nossos objetivos. Objetivos estes que se comprometem com os estudantes e, às vezes, parece que esquecemos por culpa da força opressora do capital que, com muita frequência, invade silenciosamente nossos espaços de trabalho e acabamos por priorizar nosso desejo individual esquecendo do coletivo.

 Por que fazer a sua pesquisa?

Vantoir: Nossa pesquisa busca mapear representações de docência do professor da EBPT. Ela é uma possibilidade de compreensão do que nós educadores que trabalhamos nos IFs temos feito para materializar a missão da Rede Federal de EBPT. A pesquisa está em fase de implementação e tem realizado coletas de dados em várias unidades do país. Esperamos que os resultados nos forneçam “lentes” para compreender como a Rede Federal tem trabalhado para produzir a docência alinhada (ou não) com o objetivo da mesma.

O que espera com o projeto?

Vantoir: Que ele possa contribuir com a formação dos estudantes da Licenciatura da unidade que participo e que venha a ajudar os IFs a avaliarem sua constituição enquanto rede federal que sabe – ou deveria saber – que foi criada para trabalhar com uma incoerência epistemológica, qual seja, vivemos num modo de produção capitalista cuja essência é a exclusão e ousamos ser uma instituição que acredita/prima pela inclusão, ou seja, temos uma boa contradição epistemológica.

Como os estudantes participam?

Vantoir: Os estudantes participam tanto na condição de bolsistas ou como voluntários. Os que quiserem pleitear a bolsa acessam o SIG e se candidatam. Os demais, inclusive os servidores que quiserem participar do nosso Grupo de pesquisa podem nos procurar no Campus Jaguari, na sala dos professores ou nos encontros presenciais do grupo que nesse semestre acontecem às quintas-feiras, na dependência da Escola Básica Estadual Professora Guilhermina Javorski em Jaguari/RS.

Publicado em Notícias Jaguari

Leia mais...

  • 28/06/18
  • 10h40
Fim do conteúdo da página