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“A avaliação é um instrumento de construção dialética e não uma tarefa burocrática”

Publicado em Quarta, 21 de Junho de 2017, 14h45 | por Assessoria de Comunicação | Voltar à página anterior

Esse é um trecho da palestra proferida hoje (21) pela professora Dênia Falcão de Bittencourt no primeiro dia do Seminário de Avaliação Institucional e Encontro de Núcleos de Autoavaliação do IFFar. 

Anexos:

 Segundo a professora, o ato de avaliar está presente em qualquer momento da vida, orientando nosso modo de agir. “Avaliar nos faz aprender, refletir e nos dá mais segurança para enfrentar os novos desafios”.  Além disso, para que se efetue um processo de avaliação, é preciso estabelecer critérios. “A qualidade não é absoluta, mas é válida de acordo com os critérios estabelecidos”.

Dênia enfatizou que os significados atribuídos pelos participantes às experiências vividas são construídos intersubjetivamente. Dessa forma, “a avaliação é um instrumento de construção dialética e não uma tarefa burocrática”.

Para ela, a prática da avaliação permite que a instituição trabalhe de forma situada, conforme o seu contexto. “Ela não é feita para ficar na gaveta, mas para dialogar com os resultados e estimular o desenvolvimento institucional”.

A professora destacou ainda a necessidade de construção de um instrumento comum de avaliação institucional a fim de determinar em que medida os objetivos educacionais estão sendo alcançados. Portanto, “é preciso avaliar para melhorar, motivar, selecionar e tomar decisões”.

A entrega do relatório não é o fim do processo de avaliação, mas apenas uma das etapas: “o processo continua com a discussão dos resultados e o aperfeiçoamento dos processos”. Em um primeiro momento, explica Dênia, é preciso traçar um perfil da realidade institucional; depois, é preciso mensurar em que medida as transformações foram efetuadas em função dos resultados dessa avaliação. Logo, é preciso não só avaliar, mas refletir sobre os resultados para promover o desenvolvimento e a inovação. Essa tarefa exige que os avaliadores compreendam os resultados a partir de uma visão sistêmica e integrada.

Por ser uma prática social, a avaliação não pode se dar de forma descontextualizada, sem proporcionar retorno à sociedade. “Ela precisa se orientar por princípios que lhe configurem rigor, utilidade, significado e relevância social”.

Sobre o evento

Nos dias 21 e 22 de junho, o IFFar promove o Seminário de Avaliação Institucional e o Encontro dos Núcleos de Autoavaliação na Reitoria. Mais de 200 pessoas se inscreveram para o evento, o qual conta com a participação presencial e via WebTV de representantes de todos os campi.

Confira a programação completa do evento em anexo.

Assista ao seminário ao vivo pela WebTV.

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